18
Fev 07

Autor: João Aguiar

Título: ”O Bando dos Quatro – Uma Páscoa de Aventuras”

Editora: Edições ASA

 

        

Data:

02-11-06

03-11-06

04-11-06

Página:

7-37

41-50

53-62

 

        

Data:

05-11-06

 06-11-06

07-11-06

Página:

65-72

75-92

95-137

 

 

 

Resumo

 

          Era Verão, e foram todos à praia, o Álvaro, o Carlos e o Frederico. O Carlos adormeceu e teve um sonho, quer dizer não foi um sonho, ele ouviu uma conversa estranha entre três pessoas. O Carlos ouviu eles a falar de mercadoria, barco, bilheteira, “Guilherme Tell” e do Ezequiel.

          A próxima aventura do Bando dos Quatro vai ser descobrir tudo sobre a tal conversa.

          No dia seguinte, a Catarina chegou a Vila Rica. Contaram-lhe tudo o que acontecera. À tarde foram à praia ao local onde o Carlos ouviu a conversa. Depois de irem à praia foram ao Pinhal Grande e encontraram uma pequena barraca, e lá de dentro saiu o Mariola (um homem fugido à polícia).

          Nesse mesmo dia, mas mais tarde o Bando dos quatro conheceu um rapaz que foi obrigado a entrar nesse tal esquema da quadrilha do Mariola O rapaz contou-lhe tudo o que sabia.

          No dia seguinte de manhã, o Bando dos Quatro foi ao posto da GNR, mas só o Álvaro é que ia falar com o comandante, mas perto da entrada passa por ele um carro e um homem pega no Álvaro e mete-o dentro do carro e arrancou. A polícia perseguiu-o e conseguiu prender os raptores.

          Agora, a polícia está a preparar um esquema para prender o resto da quadrilha. À noite, a GNR, a PSP, a Judiciária e a Marinha atacaram a barraca da quadrilha do Mariola e conseguiram prende-los. Tudo o que o Carlos ouviu na praia era verdade: mercadoria era a droga que estava guardada na bilheteira do estádio do FCVR que ia ser retirada de lá na hora que estaria a decorrer o concerto do “Guilherme Tell” e ia ser levada para um barco. E o coitado do Ezequiel estava preso na barraca do Mariola.

          Este caso chegou ao fim com a ajuda do Bando dos Quatro.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  

publicado por saracrisf às 21:09

Autor: João Aguiar

Colecção: O Bando dos Quatro

Título: “Um Segredo na cave”

Editora: Edições ASA

 

        

Data:

09-11-06

10-11-06

11-11-06

13-11-06

Página:

7-56

59-76

79-126

129-143

 

        

14-11-06

 15-11-06

147-160

163-196

 

 

 

Resumo

 

O avô da Catarina descobriu que na Quinta das Azáleas morou também (porque já sabia que lá tinha morado D. Sancho I) a Rainha Santa Isabel, e que lá teria feito um milagre.

         Faltava pouco tempo para a inauguração da estalagem. O Carlos, o Frederico e o Álvaro, no dia da inauguração vão dormir na cave.

Lá chegou o dia da inauguração da estalagem. O Carlos teve que fazer um discurso (mas não sabia o que dizer). Ficou tarde, e os convidados foram-se embora.

O Álvaro, o Frederico e o Carlos foram para a cave, para dormir. Mal se deitaram, adormeceram. O Carlos não. Este ouviu uns ruídos no corredor, mas não encontrou nada e voltou para a cama.

Um pouco mais tarde, a meio da noite, o Álvaro e o Carlos viram (pois tinham acordado) um vulto branco a passear nos seus quartos, Eles dizem que é um “fantasma”. Acordaram e contaram tudo à Catarina. Cada um pediu aos seus pais para dormirem lá outra noite para investigar sobre o assunto. Os pais concordaram. Mas nesta noite perderam de vista o “fantasma”.

No dia seguinte foram contar tudo ao Tio João. Este falou com os pais de todos para que os deixassem participar na “Operação Fantasma” (nome que o Álvaro deu à missão de descobrir tudo sobre o “fantasma”). Eles deixaram-nos.

Neste mesmo dia à noite, lá foram todos à cave da estalagem ver se descobriam quem seria o tal fantasma. E descobriram, era o Artur, o jornalista do Notícias de Vila Rica. Encontraram escrito, isto na parede: QUIA ES DAGUAR A SARO REAAU AD IUM CELENTEEX E TASAN INHARA D LIESBA. Encontraram também um cofre com a rosa de ouro. Quando eles estavam com o colar na mão, entrou lá um homem e roubo-o.

Felizmente conseguiram recuperar o colar. Também descobriram a verdadeira história da rosa de ouro.

O Bando dos Quatro voltou a aparecer no jornal.     

publicado por saracrisf às 21:07

Autor: João Aguiar

Colecção: O Bando dos Quatro

Título: “Um Mistério em Sintra”

Editora: Edições ASA

        

Data:

16-11-06

18-11-06

20-11-06

21-11-06

Página:

7-13

17-41

44-56

59-67

        

22-11-06

24-11-06

71-107

111-145

 

 

 

Resumo

 

         A Catarina convidou o Carlos, o Álvaro e o Frederico para irem passar uns dias a casa da sua Tia Luísa, em Sintra.

         No dia seguinte de lá chegarem fizeram um piquenique no Castelo dos Mouros. No caminho para casa passaram pelas filmagens de um filme que lá estava a decorrer. Lá, encontraram o Tio João, e este disse-lhes que o produtor andava à procura de quatro jovens para participar no filme.

         No dia seguinte de manhã cedo, lá foram os quatro às filmagens e fizeram alguns testes. Ficaram também a saber que nos últimos tempos decorreram por lá umas confusões.

         Foram eleitos para entrar no filme. No final do dia, ao regressarem para casa, encontraram um cachorro abandonado. Levaram-no para casa da Tia Luísa e esta deixou-o lá ficar.

         Todos os dias aconteciam confusões nas filmagens; um carro que ficara sem travões; a cela do cavalo que rebentara; o projector que caíra; o curto-circuito. Dizem que é uma maldição, mas o Bando dos Quatro não acredita nisso.

         Algum tempo depois quando o Bando dos Quatro não tinha que entrar nas filmagens, passaram todos por lá para receberem.

         Encontraram o Walter e o Elias a andar por lugares esquisitos e seguiram-nos. Encontraram-nos a tentar matar o Herbet Weil, pois o Walter é o único parente vivo do Herbet Weil e se ele morre-se, a fortuna que o Herbet Weil recebera era herdada pelo Walter. Também descobriram que aquelas confusões todas eram para tentar matar o Herbet Weil.

         A Tia Luísa levou o cão ao veterinário e o Tio João deu-lhe o nome de Pelópidas.

         No final das férias o Bando dos Quatro regressou a Vila Rica e o Pelópidas ficou em casa do Carlos e do Álvaro.

         Assim chegou ao fim mais uma aventura do Bando dos Quatro.  

publicado por saracrisf às 21:06

Título: Seis Contos de Eça de Queirós

Autora: Luísa Ducla Soares

Editora: Terramar

 

 

Resumos

 

o       A aia

 

 

Era uma vez um rei, que andava por terras a combater. A rainha, algum tempo depois recebeu a notícia de que ele morrera.

A partir daquele momento passou a morar naquele Palácio, a rainha, o seu filho bebé, a sua escrava e o seu filho também bebé, que nascera no mesmo dia que o filho da rainha.

O bebé rei estava deitado num berço de marfim e o filho da escrava estava deitado num berço de verga.    

Havia um tio do bebé (filho da rainha), que queria matá-lo, pois queria ser o herdeiro ao trono, queria ter poder e ser ainda mais rico.

Certo dia, o tio mau entra no Palácio, a escrava vê, pega no bebé que estava no berço de marfim (o filho da rainha) e pôs-lo no berço de verga, e pega no seu filho e pôs-lo no berço e marfim. O tio pensando que no berço de marfim estava o herdeiro ao trono, pega no bebé e tráz-lo para fora e mata-o.

A escrava para salvar o futuro rei, entregou o seu filho.

A rainha quando viu o berço de marfim vazio e gritou, chorou. Mas quando a escrava destapou o outro berço, a rainha chorou de alegria.

A rainha teria de recompensar a escrava por tudo o que ela lhe fez. Levou-a a ver jóias antigas de reis passados. Ela a princípio estava indecisa, mas acabou por escolher um punhal coberto de diamantes.

 

 

 

 

 

 

o       O tesouro

 

 

Eram três irmãos, o Rui, o Guanes e o Rostabal. Certo dia os três foram procurar comida perto das éguas. Lá encontraram um cofre com três fechaduras, cheio de moedas.

Resolveram que Guanes iria à aldeia comprar três sacos de couro, três kg de cevada, três empadões de carne e três garrafas de vinho. Guanes levou uma chave do cofre.

Enquanto Guanes foi, o Rui e o Rostabal diziam que o Guanes não era para ir com eles, e não achavam justo ele ficar com parte do tesouro. Então decidiram matá-lo. Puseram-se atrás de um arbusto, e ao Guanes passar espetaram-lhe uma espada no coração e pegaram na sua chave do cofre.         

Rostabal como estava todo sangrado foi à fonte lavar-se, mas caiu e também morreu.

Assim, Rui era o único dono do tesouro.

No dia seguinte, Rui todo contente ia comer o beber o que o seu irmão trouxera da aldeia, mas ao beber o vinho sentiu o estômago a arder, bebeu água a ver se melhorava, mas não. Depois pensou que o seu irmão teria posto veneno no vinho, para que ele e o Rostabal morressem para que o tesouro fosse só para ele.

O Rui acabou também por morrer.

 

Esta história faz lembrar um provérbio: “Quem tudo quer tudo perde”.

 

 

 

 

o       O defunto

 

 

Há muitos, muitos anos vivia um homem chamado D. Rui de Cardenas. Ele ia todos os dias à Igreja de Nossa Senhora do Pilar. D. Leonor, mulher de D. Afonso de Lara, um homem riquíssimo, ia todos os Domingos à missa. D. Rui, um dia viu-a rezar e apaixonou-se por ela.        

Todos os domingos, D. Leonor ia à missa acompanhada por uma aia, e quando a aia se apercebeu que D. Rui estava apaixonado por D. Leonor, foi logo dizer ao seu marido.

D. Afonso de Lara quando soube do que se estava a passar mandou os empregados prepararem as malas e os cavalos, para no dia seguinte partirem. Foram para uma casa do campo.

D. Leonor, foi obrigada pelo seu marido a escrever uma carta destinada a D. Rui, a dizer várias mentiras e a pedir-lhe para ele lá ir à noite. Um empregado de D. Afonso foi entregar a carta ao destinatário, e ele aceitou ir. 

D. Rui foi pelo caminho mais curto, pelo Cerro dos Enforcados. Quando chegou ao Cerro dos Enforcados viu quatro enforcados e ao sair de lá ouviu um deles a chamá-lo e pediu-lhe que lhe corta-se a corda. Ele fez o pedido. O enforcado foi com ele a Cabril (à casa de D. Leonor).

Ao chegar lá o enforcado subiu e transformou-se numa pessoa igual a D. Rui. Quando chegou ao cimo das escadas, alguém o tentou matar, espetando uma adaga no peito, e este caiu no chão.

D. Rui depois percebeu que aquele não era um encontro de amor, mas sim de morte.

No caminho de regresso, o enforcado pediu a D. Rui que o pendura-se de novo na forca. Ele assim o fez.

No dia seguinte, D. Afonso foi à terra de D. Rui ver se havia novidades se ele tinha morrido ou não, até que deu de caras com ele.                                                                                                

Depois, D. Afonso soube que quem ele matou foi um morto, e ficou cheio de vergonha.

Algum tempo depois a família de D. Afonso de Lara encontrou-o morto no jardim.

A sua mulher depois do que acontecera foi morar para Segóvia (onde morava antigamente). E acabou por casar com D. Rui de Cardenas, no ano de 1475. 

 

 

 

 

o       Frei Genebro

 

 

Havia um homem chamado Genebro, que tudo o que fazia era para tentar ser santo.

         Um dia, Genebro, foi a casa de um amigo, Frei Egídio, e pelo caminho passou por um rebanho de porcos. Encontrou o amigo muito doente, que lhe pediu um pedaço de porco assado. Genebro lembrou-se do rebanho de porcos e, foi perto de um e cortou-lhe uma pata, assou-a e deu-a ao seu amigo.

Depois foi-se embora, e algum tempo depois morreu.

Era para se tornar santo mas quando os anjos viram o que de mal ele fez, cortar uma pata a um porco, decidiram logo que não seria santo e foi mandado para o Purgatório.  

 

 

 

 

o       Civilização

 

 

Era uma vez um homem chamado Jacinto, que era muito rico, e tinha todas as modernidades, adorava ler, livros de grandes filósofos.

Ele tinha um solar em Torges, mas não o conhecia, e resolveu ir para lá uns dias. Pediu aos seus criados que fizessem as malas, para partirem.

Foram de comboio, mas a meio da viagem tinham de mudar de comboio. E só tinham 3 minutos para se mudarem de comboio…

…e todas as suas malas ficaram para trás.

Na sua casa em Torges estava lá um homem a viver, e este veio esperar à saída do comboio.

Quando chegou lá espantou-se como a casa estava pobre.

Passado algum tempo de lá estar, habituou-se, e nunca mais quis voltar para a sua casa na cidade.

Depois até se ria das figuras de ridículo que passara, estava sempre agarrado aos livros, era muito certinho. E ali estava mais livre, vivia em liberdade, tinha mais actividades para fazer, vivia no campo, e tudo o que fazia ali não podia fazer na cidade.

 

 

 

 

o       O suave milagre

 

 

Havia um homem chamado Obed, que tinha muito gado, que lhe estava a morrer, mas disseram-lhe que Jesus fazia milagres, e Obed pensou que ele podia fazer com que o seu gado deixasse de morrer. Mandou os seus criados procurar Jesus, mas nada feito, não o encontraram.

Também Outro homem, Públio Sétimo, tinha uma filha muito doente. Também soube de que Jesus fazia milagres, e pensou que se o encontrasse, ele podia fazer com que a sua filha ficasse boa de saúde. Também mandou os seus criados procurarem Jesus, mas não o encontraram.

Uma mulher vivia pobre com o seu filho aleijado. Alguém lhe falou de Jesus, e ela ficou interessada em encontrá-lo, mas não podia deixar o seu filho sozinho, o seu filho insistiu, mas não, ela não foi.

Entretanto ela abriu uma porta e ouviu Jesus dizendo a seu filho: “Aqui estou”.   

 

 

     

publicado por saracrisf às 21:02

Autores: António Avelar de Pinho e Pedro de Freitas Branco

Colecção: Os Super 4

Título: Perdidos na Amazónia

Editora: Bertrand

        

Data:

14-01-07

16-01-07

17-01-07

18-01-07

Página:

11-27

31-43

47-55

59-70

        

19-01-07

20-01-07

21-01-07

22-01-07

23-01-07

73-81

85-96

99-112

115-125

129-155

 

 

 

Resumo

 

         Os Super 4 foram ao Brasil. No avião apareceu um homem com uma arma. Toda a tripulação ficou em pânico. Mais tarde conseguiram-se livrar do bandido. Os Super 4 encontraram no avião o Sting, o Paul McCartney e a Madonna.

         Renato Aragão soube de todas as aventuras dos Super 4 e ficou muito impressionado e convidou-os a irem a um encontro internacional, representar Portugal.

Chegaram ao hotel e instalaram-se e foram descansar para o encontro, no dia seguinte.

No dia seguinte, no encontro aconteceram várias coisas estranhas, e o encontro foi adiado para o dia seguinte.

Nessa mesma tarde, os Super 4 foram à Floresta Amazónica, de hidroavião. Mas por azar, o motor do hidroavião quebrou e o piloto teve de fazer uma aterragem de emergência. Ficaram perdidos.

Percorreram a Floresta e encontraram um rio. Um de cada vez pendurou-se numa liana e lançou-se para o outro lado. Quando chegou a vez do piloto, ele receou. Os Super 4 ainda tentaram avisar mas ele não ouviu. Uma cobra vinha por trás dele e atacou-o, e este caiu no rio e nunca mais ninguém o viu.

Encontraram uma cabana, entraram e de repente ouviram barulhos. Vieram fora da cabana e encontraram índios a mandarem lanças contra eles, mas um Homem-Pássaro veio por detrás dos índios e defendeu os Super 4.

Mais à frente da cabana havia uma pirâmide, que para chegar lá cima tinha-se que subir cerca de 100 degraus. O Baltas, a Raquel e o Simão foram obrigados a subi-los. No topo da pirâmide estavam três homens e quatro mulheres que estavam a decidir o futuro dos três, e decidiram que eles iriam ficar lá para sempre, mas o Homem-Pássaro voltou a defendê-los.

Eles conheceram o Fawcett quem tinha 127 anos. Foram para dentro da cabana e ouviram tiros. Era Nemrod (os Super 4 já o conheciam de outras aventuras). Ele foi para a pirâmide à procura do tesouro. Fawcett foi com ele. Para chegarem ao tesouro teriam de passar por um labirinto. Fawcett conseguiu despistar Nemrod, e encontrou os Super 4. Foram todos juntos à procura do tesouro, e quando lá chegaram encontraram Nemrod. Encontraram o tesouro, eram várias coisas valiosas. Nemrod ao ver isso morreu.

Mais tarde Fawcett disse aos Super 4 que teriam de ir embora.

Ao chegar ao hotel tiveram de contar tudo, quer dizer, quase tudo aos pais de cada um.

 

 

 

publicado por saracrisf às 20:59

Título: O Jogo Misterioso

Colecção: O Bando dos Quatro

Autor: João Aguiar

Editora: Edições ASA

 

           

Data:

04-01-07

05-02-07

06-01-07

08-01-07

Página:

7-20

23-32

35-51

55-68

 

        

09-01-07

10-01-07

11-01-07

12-01-07

71-80

83-100

103-156

159-185

 

 

 

Resumo

 

 Tinha acabado o ano lectivo, e o Bando dos Quatro estava de Férias. O Álvaro e o Carlos tiraram boas notas, por isso tiveram direito a uma prenda. O Carlos quis um CD e o Álvaro quis um jogo de computador. O Álvaro ao comprar um jogo para o computador, o Sr. Garcia (o dono da loja) ofereceu-lhe outro.

No outro dia de manhã, o Álvaro recebeu uma carta da empresa Brincomática (a que fabricou tal jogo). Com a carta vinha uma disquete que dizia que ele tinha sido premiado e para ele ir ao Farol do Sitiado no dia seguinte de manhã.

De manhã cedo, o Carlos e o Álvaro lá foram, e encontraram mais uma carta que os mandava ir ao Parque infantil e que lá encontrariam outra pista.

No outro dia de manhã, lá foram e encontraram novamente uma carta que os mandava ir ao Cruzeiro da Mata do Morgado às 16:30h, tendo de ser acompanhado por um ou mais adultos.

Foram a casa do Tio João pedir-lhe que ele fosse com eles no dia seguinte ao tal sítio e ele aceitou de bom grado.

Lá foram então, à hora combinada, e quando lá chegaram não encontraram nada debaixo da pedra deslocada (como dizia na carta). Procuraram em redor e viram um moinho já velho e dentro dele estavam roupas e cabeleiras de homem e mulher. Resolveram explorar melhor a área em redor do moinho e ouviram alguém a gemer, procuraram e encontraram o Sr. Garcia (o dono da loja onde o Álvaro havia comprado o jogo). Pegaram nele e levaram-no a ser visto por um médico. O que ele teve não foi muito grave porque a bala do tiro que ele levou foi muito fácil de tirar.

A Catarina e o Frederico foram à boleia ao posto da GNR. Ficaram um bocado distanciados do local e uns turistas que eles conheceram na praia deram-lhes boleia. Perceberam que era um rapto quando um dos turistas lhes apontou uma arma. Para sorte deles, o condutor teve que travar a fundo e os dois aproveitaram para sair do carro e fugir. Só paravam no posto da GNR, contando ao guarda o sucedido, este mandou um jipe à procura do tal carro de turistas.

O Tio João foi, com a Catarina e o Frederico jantar a casa do Álvaro e do Carlos e aproveitou para contar tudo aos pais dos jovens. No final do jantar ouviram-se tiros e aperceberam-se que a casa estava rodeada por bandidos e polícias. Para segurança de todos, deitaram-se no chão e fecharam portas e janelas.

O Carlos e a Catarina saíram da sala rastejando e foram soltar o Pelópidas para atacar os bandidos, que acabaram por ser todos presos.

No dia seguinte, o Bando dos Quatro e o Tio João foram visitar o Sr. Garcia. Este contou que o agente Luís Ferreira não estava morto (o que toda a gente pensava).

O Sr. Garcia prometeu que quando abrisse a sua loja novamente, ofereceria ao Bando dos Quatro jogos de computador para recompensa deles por terem salvo a sua vida.

publicado por saracrisf às 20:57

Autores: António Avelar de Pinho e Pedro de Freitas Branco

Título: “O Feitiço da Vespa”

Editora: Presença

        

Data:

25-09-06

26-09-06

28-09-06

01-10-06

03-10-06

Página:

13-52

55-65

69-78

81-91

92-100

 

 

 

 

Resumo

 

Os quatro amigos e o Zé Cateto iam almoçar ao restaurante, mas antes passaram por um banco para ir buscar dinheiro para comprarem um livro. Enquanto lá estavam entra um assaltante, leva o dinheiro e foge de carro e eles foram atrás dele, os assaltantes bateram contra a mota de um senhor. Os assaltantes foram entregues à polícia. O Simão e a Raquel levaram o dono da mota a casa e esse senhor deu ao Simão uma vespa que tinha, para o recompensar por o ter levado a casa. O Simão foi consertar a vespa e disseram-lhe que era uma vespa rara e muito valiosa. Este ficou contente e vai tentar participar na EUROVESPA que é uma concentração de vespas. O Simão apaixonou-se pela Teresa (a neta do senhor que lhe consertou a vespa). A Teresa e o Simão começaram a namorar. Mas esta algum tempo depois confessa-lhe de que gosta de um vespista italiano, o Francesco.

Finalmente chegou o grande dia, o dia da concentração das vespas. O Simão lá foi, viu vespas extraordinárias. Depois conheceu lá um vespista e foi-lhe mostrar a cidade de Lisboa. No dia seguinte os quatro amigos foram como tal vespista ao Museu da Farmácia. O Sary (o vespista) percebia de tudo o que lá estava. Principalmente o Simão ficou impressionado com tudo o que viu. No final da visita viram uma múmia de Néfèret. E o Simão olhando para ela desmaiou. A Raquel telefona aos tios dizendo-lhe o que acontecera a Simão. Foram ao hospital. O médico pergunta ao pai e à mãe do Simão se aconteceu alguma coisa de estranho com ele. E eles disseram que não sabiam de nada. Mas o Baltas acaba por descair-se ao dizer o que aconteceu com ele e com a Teresa. O médico aconselha-o a ir a um psicólogo. Quando chegaram ao psicólogo, o Simão falou em privado com ele, mas de repente ouve-se cá de fora muito barulho, os pais do Simão entram lá dentro e vêem o psicólogo deitado no chão e o Simão a fugir pela janela. O Simão vai ao Hotel onde estava hospedado o Sary e tenta matá-lo, mas vê um amuleto no seu pescoço e afasta-se. Sary telefona ao Baltas. Este lá apareceu. Falou com o Simão, mas desculpa-se ao dizer que não se lembra de nada. Sary disse a Simão que o italiano e a Teresa zangaram-se. Foram todos dar um passeio. Simão diz a Sary que pode estar possuído pela Néfèret, o amuleto de Sary tem o símbolo da vida e Néfèret não podia ver esse símbolo à frente. Sary dá o amuleto a Simão para o proteger, Foram a casa do Zé Cateto pedir o contacto da ex.namorada dele que era vidente, para os ajudar com aquele caso.

         A Teresa telefona a Simão para ele ir à despedida dos vespistas, e lá foi com os três amigos. A Teresa e o Simão conversaram e acabaram por começar a namorar de novo. A meio, o Simão precisou de gasolina. Lá teve que ir ao Posto de Gasolina. Depois uma criança roubou-lhe o amuleto. Simão segue-o. Por fim encontra-o com os amigos bem mais velhos. Desiste e volta para traz. Vai atrás dos outros vespistas, até que os encontra. De repente, a vespa em que a Teresa e o Sary estavam sentados começou a andar sozinha, Sary ainda se salva, mas a Teresa cai à falésia. Por um milagre ela agarrou-se a uma rocha e o Chico Banzé corajoso salva-a.

À noite chegou a hora de se encontrarem com a Lucrécia (aquela antiga namorada do Zé). Lá foram os cinco ao Museu da Farmácia, entraram vestidos de múmias para assustarem o guarda, e resultou, porque quando o guarda os viu fugiu logo. A Lucrécia e os quatro amigos fizeram uma sessão de espiritismo para expulsar o espírito negativo de Néfèret.

Uns dias mais tarde, o Simão resolve fazer uma surpresa à sua namorada. Embrulhou a sua vespa 50SS vermelha e colocou-a em frente à porta da casa da Teresa. Ela quando vê aquilo pensa que não é para ela, mas depois de ver o bilhete é que fica realmente convencida de que é mesmo para ela. Fica radiante. O Simão apareceu lá, e foram os dois dar uma volta na vespa.         

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por saracrisf às 20:55

Autor: Sophia de Mello Breyner Andresen

Título: O Cavaleiro da Dinamarca

Editora: Figueirinhas

 

        

Data:

18-11-06

20-11-06

21-11-06

Página:

5-26

26-48

48-73

 

 

 

Resumo

 

Era Natal e o Cavaleiro passava o Natal com a sua família. No final da ceia, este, anunciou que iria fazer uma viagem, e que o próximo Natal, não o passaria na Dinamarca, junto da sua família.

         Na Primavera, o Cavaleiro partiu em direcção à Palestina. Chegou lá um pouco antes do Natal, e aproveitou para passar por alguns lugares santos.

         Na noite de Natal, o Cavaleiro rezou, junto à gruta de Belém, para que o mundo melhora-se.

O tempo passou e ele decidiu voltar para a Dinamarca. Pela viagem conheceu um italiano, que o convidou a fazer um percurso diferente; ir por Itália, depois por Flandres e seguia para a sua terra. Ele aceitou.

         Ficou hospedado em casa do italiano. Este contou-lhe várias histórias sobre a cidade, Veneza.

         Passado cerca de um mês, o Cavaleiro decidiu ir-se embora. O italiano deu-lhe uma carta para ele entregar a um seu amigo, de Florença, para que este o deixar ficar em sua casa.

Ele assim o fez. O tal senhor também lhe contou várias histórias sobre a cidade.

         Passado algum tempo, o Cavaleiro decidiu ir-se embora. O tal senhor também lhe deu uma carta, para um colega seu de Flandres.

         Ele seguiu caminho para Flandres e adoeceu. Durante o período que o Cavaleiro esteve doente, ficou num Convento em Flandres. Depois seguiu viagem para casa do amigo do dono da casa onde tinha ficado anteriormente.      Chegou a casa do tal senhor e ficou lá hospedado. Em casa dele estava um amigo seu que era capitão e esteve a contar-lhe as suas longínquas viagens. Algum tempo depois, o Cavaleiro decidiu voltar à sua terra natal. Desta vez resolveu ir por terra.

         Foi difícil chegar à sua casa. Os dias eram muito curtos. A certa altura achou que se perdeu. Mas não. Tinha avistado um pinheiro de sua casa. Quando chegou a casa era dia de Natal, tinha cumprido a sua promessa: passar o Natal junto da sua família.

publicado por saracrisf às 20:51

Colecção: Clube das Chaves

Título: Dá tempo ao tempo

Autoras: Maria Teresa Maia Gonzalez e Maria do Rosário Pedreira

Editora: VERBO

 

        

Data:

27-01-07

28-01-07

01-02-07

03-02-07

Página:

07-69

70-99

100-139

140-196

 

Resumo

 

         O Clube das Chaves tinha acabado de decifrar o primeiro enigma. Ao lerem a carta do segundo enigma pensaram que o que tinham que encontrar era uma jóia antiga.      

A Tia Laura que sempre vivera em Macau decidira vir para Portugal, com a sua inseparável empregada Li Ching.

O Clube das Chave foi a um Museu ver se encontrava alguma jóia que ajudasse a decifrar o enigma. Pedro, o presidente do Clube, distribuiu por todos os elementos (a Anica, a Guida, o Frederico e claro, ele) chaves do armário onde estavam guardados todos os enigmas e apontamentos. O Vasco quando viu a irmã com uma chave, que ele nunca tinha visto, ficou furioso. No dia seguinte, a Guida estava a dormir, e o Vasco aproveitou, pegou na chave e foi à rua copiá-la, sem que a irmã se apercebesse.

O Clube foi até ao Jardim Zoológico ver se encontrava a ave de que falava o enigma. Não encontraram nada.

No dia seguinte foram todos a uma festa na escola. No corta-mato, a Guida ficou em segundo lugar, nas Olimpíadas de Geografia e História ganharam o Pedro e o Frederico, respectivamente. O Pedro e o Frederico foram para a Biblioteca fazer tempo, até os participantes do corta-mato chegarem. Pegaram num livro e descobriram que o objecto que eles procuravam era um relógio antigo e valioso. O Fantasma da Ordem voltou a mandar uma carta ao clube. 

A carta do Fantasma ajudou-os muito. Ficaram a saber que o que procuravam estava na casa da Tia Laura, em frente ao relógio do cucu.

Foram a casa da Tia Laura e encontraram um armário cheio de gavetas, abriram todos, até que chegaram a uma que estava fechada à chave. Foram à sede do Clube buscar a chave do enigma e foram de novo à casa da Tia Laura. Abriram a gaveta e encontraram um relógio ou bolso, muito antigo de cerca de quatro gerações atrás, e por isso muito valioso.

O relógio não trabalhava e o Pedro e a Anica levaram-no a uma relojoaria para o arranjar, e ficou como novo. Como o pai do Pedro e da Anica fazia anos naquela semana, resolveram dar-lhe como prenda de anos.

Quando Óscar viu a prenda dos filhos ficou muito contente.

Assim chega ao fim mais uma aventura do Clube das Chaves.

publicado por saracrisf às 20:49

Autores: Catarina da Fonseca

Título: A Malta do 2º C

Editora: Caminho

Data:

12-10-06

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15-10-06

17-10-06

Página:

7-18

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Resumo

 

 

         Era o primeiro dia de aulas do 2º C e a setôra pediu aos alunos que contassem alguma coisa sobre si.

         Dizia-se que esta escola estava assombrada pelo fantasma do Reitor Simões. Também havia um cão, o Birinhas, que andava sempre atrás da D. Isabel ou a ladrar à beira das salas.

Enquanto a Outra dava matéria, estavam praticamente todos distraídos, a Flávia desenhava florzinhas à volta do exercício, o João Nuno ouvia o Zé Pedro e o Ezequiel era o único que estava atento à aula. A Outra fez uma experiência com água, azeite e uma flor. A setôra foi buscar mais água e os alunos ficaram sozinhos na sala, e aproveitaram para baptizar o esqueleto que estava na sala, com o nome de Magalhães, e deitaram-lhe pela cabeça a baixo a água, o azeite e a flor, e logo de seguida a Outra entra e vê tudo aquilo e até acha piada.

         Chegou o dia de elegerem o delegado de turma, e os votos foram: 1 para o Ezequiel, 1 para o Camões e 24 para o Magalhães.         

         A Rosalina chega à sala e conta o sonho que teve com quase todos os setôres.

         Da sala onde estavam a ter aulas vê-se a casa do ministro, e a sua empregada anda sempre a espreitar à janela, e a turma do 2ºC anda sempre a vigiá-la. Algum tempo depois falha a luz, e pegaram em velas e em isqueiros para iluminar a sala. Eles estavam a fazer trabalhos para o Natal, mas tiveram que os fazer às escuras. Quase no final da aula chega a luz. Olham para os seus trabalhos e vêem que estão todos mal feitos, o Menino Jesus estava com um olho de cada cor, o bordado da Alzirinha dizia «Menino Jasus» …

         Passaram-se as férias do Natal e quando recomeçaram as aulas todos tinham novidades para contar.

         A setôra de Inglês tinha um pavão colorido, que tomava o pequeno-almoço com ela, e que aprendeu a falar inglês com a dona. O pavão vinha para a janela despedir-se de dona que ia dar aulas.

Nesse dia lá foi a Flávia para a escola, à chuva, a ler o jornal. Chegando à escola mostrou aos colegas as notícia que vinham no jornal, 6 gémeos que nasceram na Suécia, uma freira que fugira do Convento, uma bailarina que torcera o pé no palco, tiveram todos a lamentar as desgraças.

O dia de Carnaval chegou. Todos foram vestidos de formas diferentes, vestidos de Camões, a Flávia foi vestida como uma antepassada sua, outro foi vestido de Dinossaurus-Rex, outra foi vestida de princesa.

Em História tinha chegado à lição 50 e, como era quase impossível chegar à 100, resolveram comemorar com uma peça de teatro, sobre os reis de Portugal. No dia seguinte fizeram uma visita de estudo a um monte com a Inês de Castro. A meio perderam-se, mas a setôra encontrou-os depois de já terem encontrado uma galinha, a Filipa. Levaram-na para a escola.

         O setôra de História tinha programado uma visita de estudo a um Museu, mas como estavam todos os setôres ocupados, foram sozinhos. O guarda do Museu não os queria deixar entrar por não irem com o setôr. Acabaram por telefonar à Outra, e ela foi ao Museu falar com o guarda. O guarda finalmente deixou-os entrar.

A Outra ficou de baixa e resolveram fazer-lhe uma surpresa e foram todos a casa dela. Tocaram à campainha de casa da Outra, ela abriu a porta e estiveram para lá a falar. Algum tempo depois vieram embora.

Na aula de Educação Física fizeram um jogo de futebol: 2ºC vs Baleias. Baleias ganhavam por 124-0, mas a Alzirinha salva a sua equipa ao marcar um golo. Depois de acabar o jogo viram o Birinhas comer a Filipa. Enterraram-na no quintal.

As aulas terminaram e tiveram todos a pensar no futuro. O João Nuno disse que ia comprar um barco e tornar-se pirata. A Flávia disse que quando fosse velhinha ia num cruzeiro às Caraíbas. O Ezequiel disse que ia ser ministro. A Alzirinha disse que ia ficar a ler «Os Lusíadas». A Luzinha disse que ia visitar o país onde nasceu. E o Zé Pedro ia trabalhar nas estufas.     

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por saracrisf às 20:47

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