24
Jan 08

Acordei uns dias depois…parecia estar numa divisão de uma casa. Mas que casa? Seria a minha? Levantei-me e percorri todos as suas divisões; havia uma cozinha, uma casa de banho, dois quartos e uma sala de estar (onde eu acordei). Aparentemente era uma casa normal, mas havia uns pequenos pormenores em que eu tinha reparado; não havia uma única janela e, portas para o exterior só havia uma. Fiquei com medo. Afinal, onde é que eu estava?

Ouvi a porta que dava acesso ao exterior abrir-se. Fui a correr ver quem era.

- Jorge?! Como é que eu vim aqui parar? – Gritei espantada.

Era o meu ex. namorado, tinha sido eu que terminara o namoro, já estava farta das suas cenas de ciúmes.

- Sim, sou eu. Agora vais “pagar” por tudo o que me fizeste.

- Mas…o que é que me vais fazer? – perguntei, com medo do que me pudesse acontecer.

- Nada…!Mas daqui não vais sair.

Saiu da minha frente e fora em direcção à cozinha. Entretanto chamou-me para almoçar.

No fim do almoço disse-me:

- Agora vou sair. Quando quiseres toma banho que tens roupa no armário ao lado da banheira. E, se tiveres fome vai ao frigorífico..xau.

E já quase a sair a porta, acrescentou:

- Não vale a pena gritares, é que ninguém te irá ouvir.

E, logo de seguida fechou a porta. Eu ainda a tentei abrir novamente, mas estava trancada.

A tarde passava, e eu sentada no chão a chorar. Questionava-me inúmeras vezes: porquê que isto me está a acontecer?

Mas, a noite chegava e o Jorge estava de volta, jantávamos, víamos um pouco de televisão e ele adormecia. Sim, porque eu não pregava olho, passava a noite praticamente toda acordada.

Passou cerca de um ano e, tudo permanecera tal e qual como no primeiro dia em que me encontrava naquela casa. Algo me dizia que o Jorge nunca me ia deixar sair de lá e, tal como ele dizia, nunca ninguém me iria encontrar ali. Porém, havia algo que me inquietava, nunca percebera a razão dele me prender, tratava-me bem; dava-me alimentação e deixava-me tratar da higiene, mas eu nunca esqueci nem jamais esquecerei o meu grande amor, Rafael.

            Então, muito desesperada dirigi-me à cozinha. Havia um faca grande e afiada. Peguei nelea e decidi acabar com a minha vida. Ainda hesitei, mas acabei por cravar a faca no coração.

publicado por saracrisf às 21:20

15
Jan 08

Resumo:

 

I- Robinson deixara os dois filhos e a mulher e viajara, no Virgínia para explorar a América do Sul. Mas, uma tempestade estragou a viagem e cuspiu toda a tripulação para o mar.

 

II- Ao voltar a si, Robinson viu-se numa ilha deserta.

 

III- Robinson estava esperançado que algum navio o encontrasse ali, mas entretanto alimentava-se de certos alimentos que encontrava na ilha.

 

IV- Com a ajuda de alguns materiais do Virgínia, construiu um barco, ao qual deu o nome de Evasão.

 

V- Algum tempo depois, Robinson deu por concluído o Evasão, mas acabou por desistir do projecto ao se aperceber que não o conseguiria transportar até ao mar.

 

VI- Destroçado por causa do fracasso do Evasão, passou dias inteiros no lamaçal, e acabou por enlouquecer. Alguns dias depois resolveu voltar ao trabalho para nunca mais cair naquela tentação.

 

VII- Robinson criou cabras e cabritos e assim, alimentava-se do seu leite e cultivou trigo e milho. Para seu espanto, encontrou o seu cão, Tenn, e este deu-lhe força para levar avante o seu projecto da construção de uma casa.

 

VIII- Robinson decidiu fazer um calendário, e ao milésimo dia criou leis para a ilha.

 

IX- O aparecimento de muitos ratos foi devido às torrentes de água e assim, Robinson teve de lutar contra eles.

 

X- À muito que Robinson não sorrir. Um dia, viu o seu cão sorrir, e este queria responder-lhe com outro sorriso, mas apercebeu-se que ainda não conseguia sorrir.

 

XI- As preocupações de Robinson eram relativamente aos trabalhos diários: a cultivação, os animais e a organização da ilha.

 

XII- Robinson explorou melhor a gruta onde guardava os materiais que retirara do Virgínia. Acabou por adormecer lá, mas algum tempo depois viu-se obrigado a sair de lá, pois já não suportava o frio.

 

XIII- Robinson vira vários índios que tentavam matar outro. Então, disparou com a espingarda para um deles, e o índio que torturado fugiu para perto de Robinson.

 

XIV- O índio foi acolhido por Robinson em sua casa. De manha, ao acordar, Robinson verificou se algum índio estava por perto para atacar o seu colega, e ao aperceber-se de que não havia ninguém por perto, sorriu. Era o seu primeiro sorriso após se encontrar na ilha.

 

XV- O índio foi baptizado de Sexta-feira (dia em que o Robinson o encontrou). Sexta-feira passou a ser o companheiro e criado de Robinson. Ajudavam-se um ao outro, ensinava coisas novas um ao outro, e Sexta-feira construiu uma piroga, na qual eles percorreram a costa da ilha.

 

XVI- Sexta-feira nunca perceberam o porquê de Robinson criar todas aquelas leis. Sexta-feira estava farto de trabalhar e de ser mandado pelo Robinson, só o fazia porque lhe estava grato, Robinson salvou-lhe a vida.

 

XVII- Ao acordar, Sexta-feira não encontrou Robinson (pois tinha ido para a gruta). Então, pegou num cofre e transportou-o ate perto de uns cactos. Dentro do cofre havia roupas, jóias, que Sexta-feira colocou sobre os cactos, vestindo-os de ser humano.

            Na brincadeira com o índio, Tenn atirou-se para a água (onde estava a cultura o arroz), assim, o índio ao ir salvar o cão secou a cultura do arroz.

 

XVIII- Quando Robinson viu tais coisas ficou irritado. Foi procurar Sexta-feira e sentiu inveja dele, pois viu que este andava muito contente.

 

XIX- Sexta-feira descobriu na gruta o tabaco de Robinson, e fumou. Quando Robinson entrou na gruta à sua procurar, Sexta-feira apercebeu-se e atirou o cachimbo contra os barris. Isto provocou uma explosão.

 

XX- Tudo o que Robinson construíra explodiu. Também após a explosão, o seu cão Tenn morreu.

 

XXI- Depois do que aconteceu, Robinson já não se dedicava a construções. Robinson cortou a sua longa barba. Ficou com um visual diferente e mais jovem. Sexta-feira divertia-se a mandar flechas ao ar.

 

XXII- Agora, Robinson aprendia várias coisas com o Sexta-feira e assim divertiam-se muito os dois.

 

XXIII- Sexta-feira construiu uma espécie de manequim e deu-lhe o nome de Robinson Crusoe e que era o governador da Ilha Speranza.  

 

XXIV- Robinson e Sexta-Feira divertiam-se imenso a fazer um jogo em que cada um fala da personalidade, do que fazia, do que comia,  do outro.

 

XXV- Sexta-feira encontrara um barril de pólvora e então, os dois amigos encontraram várias maneiras de se divertirem com ela, e por vezes, à noite faziam festas secretas.

 

XXVI- Robinson dedicava-se agora, a ensinar o inglês ao seu companheiro

 

XXVII- Um dia, ao acordar, os dois foram surpreendidos por um bando de papagaios. Qualquer palavra que eles dissessem era repetida pelos papagaios e, sendo assim, Robinson e Sexta-Feira viram-se obrigados a comunicar por linguagem gestual.

 

XXVIII- Sexta-Feira encontrou uma cabrinha aleijada e dispôs-se a cuidar dela. Anda (a cabrinha) desapareceu. Sexta-Feira encontrou-a com Andoar. Os dois, Andoar e Sexta-Feira lutaram e Sexta-Feira feriu-se.

 

XXIX- Robinson encontrou Andoar e Sexta-Feira; Andoar estava morto e Sexta-Feira estava a rir-se dele.

 

XXX- Sexta cortou o corpo de Andoar em várias partes; a cabeça pôs num formigueiro, a pele e os intestinos deixou sobre a terra e um braço atirou ao mar. E Sexta-Feira queria fazer voar Andoar.  

 

XXXI- Robinson para perder o medo das alturas subiu a uma árvore e lá viu Andoar a voar.

 

XXXII- Sexta-Feira ficara muito contente por ter cumprido a sua promessa, a de fazer voar Andoar.

 

XXXIII- Com as tripas e o crânio, Sexta-Feira fez uma harpa eólica, e fez tocar Andoar.

 

XXXIV- Um dia, Robinson viu um barco aproximar-se da ilha. O barco parou e Robinson ficou a saber que era um Sábado, dia 22 de Dezembro de 1787, então, Robinson encontrava-se na ilha à cerca de 28 anos. Robinson não queria continuar no barco e regressar à sua terra, preferiu permanecer na ilha.

 

XXXV- Ao acordar, Robinson não sabia de Sexta-Feira. Apercebeu-se de    que Sexta-Feira o abandonara na ilha e partira no barco, e encontrou o grumete do barco, que se escondeu na ilha, pois não queria continuar naquele barco. Deu-lhe o nome de Domingo, dia em que o encontrou. Assim, Robinson perdeu um companheiro, mas ganhou outro.

 

publicado por saracrisf às 20:28

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