31
Mai 08

        Título: "A Lua de Joana"

        Autora: Maria Teresa Maia Gonzalez

        Editora: VERBO

 

Resumo:

 

 

        Este livro fala de uma grande amizade entre duas raparigas, a Joana e a Marta.

        A Marta metera-se nas drogas e acabara por morrer, sem nunca a Joana ter percebido o porquê.

        A Joana escrevera sempre para a amiga, como se esta nunca tivesse partido. Até que um dia, a Joana metera-se também nas drogas, talvez por influência de amigos e, tal como a amiga, Joana nao conseguiu recuperar e acabou por morrer.

        Este livro retrata um dos muitos problemas existentes na Adolescência, por isso gostei muito de o ler.

publicado por saracrisf às 12:08

18
Mai 08

"Primavera Interrompida"

 

“Jorge” e Joca eram grandes amigos. Joca começara a drogar-se à pouco tempo, o que preocupou bastante o amigo. E, devido a isso, adoeceu e faltou alguns dias às aulas, mas “Jorge” foi visitá-lo a casa.
O seu amigo morava com a mãe, que fumava imenso, talvez fosse por isso que Joca apanhara o vício. “Jorge” visitava o amigo regularmente. Até que chegaram as férias da Páscoa e, o “Jorge” e a sua família iam-nas passar à aldeia onde nascera o pai. “Jorge” e falou com os pais e estes não se opuseram ao pedido do filho: levar consigo o Joca.
“Jorge” decidira levar consigo o amigo pois achava que era uma boa maneira de se afastar dos problemas e ver se se esquecia das drogas. E foi isso mesmo que aconteceu, mas ao regressar a casa, tudo voltou a ser como era.
Na altura das férias de Verão, Joca voltou a adoecer, e após alguns exames feitos disseram-lhe que tinha Sida. Esta notícia abalou muito os mais próximos de Joca, “Jorge” e a sua mãe.
Meio ano passou e voltaram de novo as férias da Páscoa e Joca fora de novo com o amigo para a terra do pai.
 
publicado por saracrisf às 15:27

04
Mai 08

É urgente o amor.

É urgente um barco no mar.

 

É urgente destruir certas palavras,

ódio, solidão e crueldade,

alguns lamentos, muitas espadas.

 

É urgente inventar alegria,

multiplicar os beijos, as searas,

é urgente descobrir rosas e rios

e manhãs claras.

 

Cai o silêncio nos ombros e a luz

impura, até doer.

É urgente o amor, é urgente

permanecer.

 

 

Eugénio de Andrade

publicado por saracrisf às 16:11

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