27
Jan 09

 

A toda a hora e em todo o lugar somos bombardeados com todo o tipo de publicidade. Ou porque recebemos no telemóvel uma oferta de um novo toque polifónico, ou porque vamos na rua e nos deparamos com imensos placards de publicidades aos mais variados produtos, ou então porque simplesmente assistimos ao intervalo de um programa televisivo.
A maior parte da publicidade transmite a ideia de que tudo, aparentemente é perfeito, de que todo o espectador deverá consumir o produto e que nenhum se irá arrepender. O que muitas vezes é falso e se torna numa desilusão. Mas, em contra partida, há um outro tipo de publicidade. Aquela que não nos apela à compra, ao consumo, à mudança, à inovação. Por exemplo, aquela que nos alerta contra o racismo, aquela que nos incentiva a que façamos a reciclagem…
Apesar de nem todas as publicidades serem ilusórias, a maior parte é. E por isso, cabe-nos a nós, consumidores, evitar ficar fascinado com aquele novo produto, e não o querer porque, simplesmente no anúncio diz que tudo nele é fantástico. Muito pelo contrário, antes da compra devemos analisar o produto e pensar se realmente será uma boa compra.
Deixemos de ser enganados por falsas promessas, por falsas realidades.
publicado por saracrisf às 18:06

03
Jan 09

 

Título: “As Pupilas do senhor Reitor”
Autor: Júlio Dinis
Colecção: Colecção Portuguesa
Editora: Porto Editora
 
            Daniel e Pedro eram dois irmãos que viviam na aldeia com o seu pai, José das Dornas. Pedro seguiu as pisadas do pai, sendo também lavrador. E, Daniel frequentava aulas de latim, para um dia mais tarde vir a ser padre. Mas esta ideia de ser padre nunca lhe agradou muito, Margarida estava-lhe no coração.
            Margarida vivia com a sua irmã mais nova, e com a sua madrasta, que a maltratava e que lhe impunha duras regras e tarefas. Margarida era obrigada a ir todos os dias para o campo com o rebanho, e foi aí que conheceu o Daniel. Às tais tarefas que lhe eram impostas, Margarida recebia, às escondidas da madrasta, a ajuda da sua irmã Clara.
            O tempo passou, a mãe/madrasta das duas raparigas morreu, e foi o Reitor da aldeia que ficou responsável pelas duas raparigas, o Daniel regressou do Porto, onde esteve a estudar medicina, Clara tornou-se noiva de Pedro e Margarida ainda sem ter apagado da memória o amor passado que é ainda presente.
            Entretanto ocorreram umas confusões entre Clara, Margarida, Pedro e Daniel, o que deu bastante que falar às beatas da aldeia. Mas, acabou-se tudo por resolver e esmorecer nas bocas do povo.
            Tal como Pedro e Clara, Daniel e Margarida, que desde crianças estavam apaixonados, decidiram casar-se.

 

publicado por saracrisf às 17:05

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