18
Fev 07

Título: Seis Contos de Eça de Queirós

Autora: Luísa Ducla Soares

Editora: Terramar

 

 

Resumos

 

o       A aia

 

 

Era uma vez um rei, que andava por terras a combater. A rainha, algum tempo depois recebeu a notícia de que ele morrera.

A partir daquele momento passou a morar naquele Palácio, a rainha, o seu filho bebé, a sua escrava e o seu filho também bebé, que nascera no mesmo dia que o filho da rainha.

O bebé rei estava deitado num berço de marfim e o filho da escrava estava deitado num berço de verga.    

Havia um tio do bebé (filho da rainha), que queria matá-lo, pois queria ser o herdeiro ao trono, queria ter poder e ser ainda mais rico.

Certo dia, o tio mau entra no Palácio, a escrava vê, pega no bebé que estava no berço de marfim (o filho da rainha) e pôs-lo no berço de verga, e pega no seu filho e pôs-lo no berço e marfim. O tio pensando que no berço de marfim estava o herdeiro ao trono, pega no bebé e tráz-lo para fora e mata-o.

A escrava para salvar o futuro rei, entregou o seu filho.

A rainha quando viu o berço de marfim vazio e gritou, chorou. Mas quando a escrava destapou o outro berço, a rainha chorou de alegria.

A rainha teria de recompensar a escrava por tudo o que ela lhe fez. Levou-a a ver jóias antigas de reis passados. Ela a princípio estava indecisa, mas acabou por escolher um punhal coberto de diamantes.

 

 

 

 

 

 

o       O tesouro

 

 

Eram três irmãos, o Rui, o Guanes e o Rostabal. Certo dia os três foram procurar comida perto das éguas. Lá encontraram um cofre com três fechaduras, cheio de moedas.

Resolveram que Guanes iria à aldeia comprar três sacos de couro, três kg de cevada, três empadões de carne e três garrafas de vinho. Guanes levou uma chave do cofre.

Enquanto Guanes foi, o Rui e o Rostabal diziam que o Guanes não era para ir com eles, e não achavam justo ele ficar com parte do tesouro. Então decidiram matá-lo. Puseram-se atrás de um arbusto, e ao Guanes passar espetaram-lhe uma espada no coração e pegaram na sua chave do cofre.         

Rostabal como estava todo sangrado foi à fonte lavar-se, mas caiu e também morreu.

Assim, Rui era o único dono do tesouro.

No dia seguinte, Rui todo contente ia comer o beber o que o seu irmão trouxera da aldeia, mas ao beber o vinho sentiu o estômago a arder, bebeu água a ver se melhorava, mas não. Depois pensou que o seu irmão teria posto veneno no vinho, para que ele e o Rostabal morressem para que o tesouro fosse só para ele.

O Rui acabou também por morrer.

 

Esta história faz lembrar um provérbio: “Quem tudo quer tudo perde”.

 

 

 

 

o       O defunto

 

 

Há muitos, muitos anos vivia um homem chamado D. Rui de Cardenas. Ele ia todos os dias à Igreja de Nossa Senhora do Pilar. D. Leonor, mulher de D. Afonso de Lara, um homem riquíssimo, ia todos os Domingos à missa. D. Rui, um dia viu-a rezar e apaixonou-se por ela.        

Todos os domingos, D. Leonor ia à missa acompanhada por uma aia, e quando a aia se apercebeu que D. Rui estava apaixonado por D. Leonor, foi logo dizer ao seu marido.

D. Afonso de Lara quando soube do que se estava a passar mandou os empregados prepararem as malas e os cavalos, para no dia seguinte partirem. Foram para uma casa do campo.

D. Leonor, foi obrigada pelo seu marido a escrever uma carta destinada a D. Rui, a dizer várias mentiras e a pedir-lhe para ele lá ir à noite. Um empregado de D. Afonso foi entregar a carta ao destinatário, e ele aceitou ir. 

D. Rui foi pelo caminho mais curto, pelo Cerro dos Enforcados. Quando chegou ao Cerro dos Enforcados viu quatro enforcados e ao sair de lá ouviu um deles a chamá-lo e pediu-lhe que lhe corta-se a corda. Ele fez o pedido. O enforcado foi com ele a Cabril (à casa de D. Leonor).

Ao chegar lá o enforcado subiu e transformou-se numa pessoa igual a D. Rui. Quando chegou ao cimo das escadas, alguém o tentou matar, espetando uma adaga no peito, e este caiu no chão.

D. Rui depois percebeu que aquele não era um encontro de amor, mas sim de morte.

No caminho de regresso, o enforcado pediu a D. Rui que o pendura-se de novo na forca. Ele assim o fez.

No dia seguinte, D. Afonso foi à terra de D. Rui ver se havia novidades se ele tinha morrido ou não, até que deu de caras com ele.                                                                                                

Depois, D. Afonso soube que quem ele matou foi um morto, e ficou cheio de vergonha.

Algum tempo depois a família de D. Afonso de Lara encontrou-o morto no jardim.

A sua mulher depois do que acontecera foi morar para Segóvia (onde morava antigamente). E acabou por casar com D. Rui de Cardenas, no ano de 1475. 

 

 

 

 

o       Frei Genebro

 

 

Havia um homem chamado Genebro, que tudo o que fazia era para tentar ser santo.

         Um dia, Genebro, foi a casa de um amigo, Frei Egídio, e pelo caminho passou por um rebanho de porcos. Encontrou o amigo muito doente, que lhe pediu um pedaço de porco assado. Genebro lembrou-se do rebanho de porcos e, foi perto de um e cortou-lhe uma pata, assou-a e deu-a ao seu amigo.

Depois foi-se embora, e algum tempo depois morreu.

Era para se tornar santo mas quando os anjos viram o que de mal ele fez, cortar uma pata a um porco, decidiram logo que não seria santo e foi mandado para o Purgatório.  

 

 

 

 

o       Civilização

 

 

Era uma vez um homem chamado Jacinto, que era muito rico, e tinha todas as modernidades, adorava ler, livros de grandes filósofos.

Ele tinha um solar em Torges, mas não o conhecia, e resolveu ir para lá uns dias. Pediu aos seus criados que fizessem as malas, para partirem.

Foram de comboio, mas a meio da viagem tinham de mudar de comboio. E só tinham 3 minutos para se mudarem de comboio…

…e todas as suas malas ficaram para trás.

Na sua casa em Torges estava lá um homem a viver, e este veio esperar à saída do comboio.

Quando chegou lá espantou-se como a casa estava pobre.

Passado algum tempo de lá estar, habituou-se, e nunca mais quis voltar para a sua casa na cidade.

Depois até se ria das figuras de ridículo que passara, estava sempre agarrado aos livros, era muito certinho. E ali estava mais livre, vivia em liberdade, tinha mais actividades para fazer, vivia no campo, e tudo o que fazia ali não podia fazer na cidade.

 

 

 

 

o       O suave milagre

 

 

Havia um homem chamado Obed, que tinha muito gado, que lhe estava a morrer, mas disseram-lhe que Jesus fazia milagres, e Obed pensou que ele podia fazer com que o seu gado deixasse de morrer. Mandou os seus criados procurar Jesus, mas nada feito, não o encontraram.

Também Outro homem, Públio Sétimo, tinha uma filha muito doente. Também soube de que Jesus fazia milagres, e pensou que se o encontrasse, ele podia fazer com que a sua filha ficasse boa de saúde. Também mandou os seus criados procurarem Jesus, mas não o encontraram.

Uma mulher vivia pobre com o seu filho aleijado. Alguém lhe falou de Jesus, e ela ficou interessada em encontrá-lo, mas não podia deixar o seu filho sozinho, o seu filho insistiu, mas não, ela não foi.

Entretanto ela abriu uma porta e ouviu Jesus dizendo a seu filho: “Aqui estou”.   

 

 

     

publicado por saracrisf às 21:02

isto e a coisa mais estupida e mal feita de sempre é um desperdicio e tempo
ma a 3 de Dezembro de 2009 às 17:32

estava um pouco inventado....mas nada mau
Anónimo a 18 de Abril de 2010 às 19:26

Seu cretino, miserável, nao sabe o que ta falando, seu idiota estúpido.

Faça melhor essa dr0ga, porque isso me ajudou muito tá legal seu mané? --´
Severino a 11 de Maio de 2010 às 18:49

seus gandas cabrões esta merda é tão má que nem os analfabetos aceitam esta merda.
porra quem escreveu isto tava todo cozido dos miolos, puxa cambada de embriões...
Se pensassem antes de escrever o mundo se calhar não estaria esta mis~eria, esta merda vcai cos porcos e não volta.
filha duma puta tenho vergonha de ter entrado neste site ou lá o que é esta merda que cheira a esturro pior que os cagalhões da minha avó....
FODA-SE ,,,,,,,,,...........................,,,,,,,,,,,,,,......................... CARALHO DE MERDA.
filhos da outa a 6 de Setembro de 2016 às 18:24

esta merda não presta para nada era bem preferivel a cona roçar no caralho!!!! FODAM E SEJAM FELIZES!!! QUEM NÃO TEM MULHER TB PODE IR ÁS PUTAS, MAS DPOIS AINDA APANHA É O 'CARALHO' DA SIDA...

xau....
fodam com os animais!!!!!!!!!!!
anonimoconaroçanocaralho a 3 de Janeiro de 2010 às 23:54

Tro8uxaaaaxxaxaaxaxaaxxaaaaaaaaa!!!!!!!!!!!!1111!!1!1!!!!

EDEITOTA, ENTELEJEGUI, VAGABONDO, CRÉTIN, CEM CURASÇAUM, ANARFABETICO, TOMI GENERRICO E CUMA ÇUCRÍLIUS CUM LETCHE, ETICÉTERAS
E MAIX ME ADDISCIONA NU EMIÉSSIENI :D ->>>

carlota_eusouamelhor@soubonita.com BEIXÕES
Carlota a 11 de Maio de 2010 às 18:56

olha la se tu sabes isso td e pksabes oh caralhao..
kiko a 5 de Dezembro de 2010 às 14:07

Se fizessem melhor, podiam criticar . -,-' tá fixe .
Anónimo a 9 de Janeiro de 2010 às 17:48

eu acho k este site esta mais ou menos
need a 22 de Janeiro de 2010 às 19:46

faziam vocês melhor! burros como um soco
estes resumos estão espectaculares e os que estão a criticar que se olhem ao espelho!
Parabéns!
francisco a 16 de Fevereiro de 2010 às 14:44

me ajudou muito
jonathan castor a 27 de Fevereiro de 2010 às 22:24

Este site ajudou-me muito! Vou ter teste de português sobre este livro e isto tem tudo.
Obrigado!
Fred a 25 de Maio de 2010 às 11:01

muito obrigado!!

este site ajudou-me muito!

continuem o bom trabalho...
Anónimo a 30 de Maio de 2010 às 19:31

Cade o conto > Singularidades da rapariga loira ???
anônimo a 1 de Abril de 2011 às 21:24

onde esta o singularidades de uma rapariga loira?
kiki a 20 de Novembro de 2011 às 18:57

Estes resumos estao bem feitos.
É nao ligar ao outros comentarios palermas pk eles nao sabem o abecedário quanto mais fazer resumos...
PARARABÉNS!!!!
Anónimo a 8 de Abril de 2011 às 16:24

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