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A toda a hora e em todo o lugar somos bombardeados com todo o tipo de publicidade. Ou porque recebemos no telemóvel uma oferta de um novo toque polifónico, ou porque vamos na rua e nos deparamos com imensos placards de publicidades aos mais variados produtos, ou então porque simplesmente assistimos ao intervalo de um programa televisivo.
A maior parte da publicidade transmite a ideia de que tudo, aparentemente é perfeito, de que todo o espectador deverá consumir o produto e que nenhum se irá arrepender. O que muitas vezes é falso e se torna numa desilusão. Mas, em contra partida, há um outro tipo de publicidade. Aquela que não nos apela à compra, ao consumo, à mudança, à inovação. Por exemplo, aquela que nos alerta contra o racismo, aquela que nos incentiva a que façamos a reciclagem…
Apesar de nem todas as publicidades serem ilusórias, a maior parte é. E por isso, cabe-nos a nós, consumidores, evitar ficar fascinado com aquele novo produto, e não o querer porque, simplesmente no anúncio diz que tudo nele é fantástico. Muito pelo contrário, antes da compra devemos analisar o produto e pensar se realmente será uma boa compra.
Deixemos de ser enganados por falsas promessas, por falsas realidades.
publicado por saracrisf às 18:06

Gostei muito deste teu texto. Acho que estás a evoluir a nível de vocabulário pois utilizas muitas palavras "sexys". Nota-se que tens lido bastante. Fica bem beijinho

Diana Cachada a 9 de Fevereiro de 2009 às 19:06

Sara, globalmente o texto está bem estruturado. Pena é que poderias desenvolver um pouco mais duas ideias. Primeiro, deverias falar mais no aspecto informativo associado à publicidade, não só na publicidade institucional como na comercial.
paulo faria a 12 de Fevereiro de 2009 às 17:28

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