25
Mar 07

Título: Uma Questão de Cor

Autora: Ana Saldanha

Editora: Caminho

 

Data:

22-03-07

23-03-07

Página:

09-50

51-99

 

 

Resumo

 

         A Nina recebeu um computador no Natal, e agora, está sempre nele a jogar, mas a mãe como não gosta, está sempre a ralhar.

         No fim-de-semana, o Daniel (o primo da Nina), muda-se para casa dela, para ficar mais perto da escola, pois ele vai para a mesma escola que a Nina.

         Primeiro a Nina achou uma boa ideia, mas no Sábado achou o primo esquisito.

         O pai da Nina foi mostrar o quarto ao Daniel, e ele disse que naquele quatro não dormia. Assim, a Nina foi obrigada a ir para o escritório, e o Daniel foi para o quarto dela.

         No dia seguinte, a avó da Nina foi para o hospital. Ficaram todos muito preocupados.

         O Daniel é um pouco mulato, e então o Vítor (um colega da Nina) fez comentários racistas, mas o Daniel respondia-lhe à letra.

         Nesse mesmo dia, à noite, o pai do Daniel foi visitá-lo e trouxe uma boa notícia: a avó Olga estava melhor, e já estava em casa. Ficaram todos contentes.

         A Nina, o Pai e o Daniel foram visitar a avó. O telefone tocou, era o Vítor, que queria falar com a Nina. O Vítor queria convidar a Nina e o Daniel para a sua festa de anos. A Nina disse logo que ia, mas que o Daniel não.

         No dia seguinte, na festa, o Daniel apareceu. O Vítor e ele fizeram as pazes, e agora são amigos.

         No outro dia, o Daniel, o Vítor e a Nina foram passear. Mas antes, desligar o computador: Ficheiro: Fechar; Iniciar: Encerrar.

 

publicado por saracrisf às 15:56

Colecção: O Bando dos Quatro 

Título: Um Sábado Inesquecível

Autor: João Aguiar

Editora: Edições ASA

 

 

Data:

15-03-07

16-03-07

17-03-07

Página:

7-50

53-96

99-146

 

 

 

Resumo

 

 

O Carlos, o Álvaro, o Frederico e a Catarina foram passar um Sábado a casa do avô da Catarina, em Lisboa.

De manhã, quando acordaram, o avô da Catarina pediu ao Bando para levarem dois livros a um encadernador (que era amigo de um conhecido seu).

O bando antes de ir ao encadernador, deu um passeio pela Feira da Ladra. De repente, passa por eles uma moto e pega na bolsa que a Catarina levava, e que tinha os dois livros.

O Bando dos Quatro perguntou a uma feirante se conhecia aquele homem, e ela disse que era o «Torto» (o seu nome verdadeiro era Idalino, mas toda a gente o conhecia por «Torto»).

Foram à procura do «Torto» e um senhor cabo-verdiano ofereceu-lhes ajuda. Andaram à procura e encontraram-no, mas ele reconheceu-os e fugiu.

O Bando telefonou ao Tio João, e contou tudo o que acontecera, e ele foi a Lisboa ajudá-los.

Foram, com o Tio João, à esquadra da PSP, e esta foi a casa do «Torto». O «Torto» negou a todas as perguntas que o Polícia fez, menos a uma. No mesmo instante que confessou tudo, fugiu. Correram atrás dele, e apanharam-no.

Levaram-no para a esquadra e lá ele disse que o que fez foi por encomenda de alguém, mas não disse que foi esse «alguém».

Todos desconfiaram do encadernador, pois ele era a única pessoa que sabia que o Bando ia sair de casa com os dois livros. Foram a casa do encadernador e confirmaram-se as desconfianças. O encadernador foi detido, e os livros foram de novo para as mãos do Bando dos Quatro.

  O Bando regressou a casa, e lá encontraram os pais do Carlos e do Álvaro e o pai e o avô da Catarina, que vieram de Vila Rica. Contaram-lhes tudo, e todos ficaram de boca aberta.

Mais um mistério chegou ao fim, com a ajuda do Bando dos Quatro.

 

 

 

publicado por saracrisf às 15:45

10
Mar 07

Título: A Caverna Secreta

Colecção: O Bando dos Quatro

Autor: João Aguiar

Editora: Edições ASA

 

           

Data:

03-03-07

05-03-07

08-03-07

Página:

7-84

87-134

137-189

 

 

Resumo

 

         Um carro tentara atropelar o Bando dos Quatro e o Tio João, mas eles desviaram-se a tempo.

         O Bando dos Quatro foi com o Tio João ao Instituto de Arqueologia, ver os ossos de uma criança que viveu a mais de vinte e cinco mil anos.

No dia seguinte, o Instituto foi assaltado e roubaram os tais ossos.

Foram todos (o Tio João inclusive) acampar ao local onde foram encontrados os ossos. Só lá dormiram uma noite. Regressaram a Vila Rica para investigarem o roubo dos ossos.

O Tio João e o Bando dos Quatro estavam a passear de carro, quando um carro passa por eles e dispara um tiro. O Tio João foi logo contar tudo à Guarda.

No dia seguinte, o Bando estava a passear, mas desta vez, a pé, quando vê um grupo de homens, uns já os conheciam (o homem do tiro e o que os tentara atropelar). O Bando foi para o sítio de onde os homens vinham. Encontraram uma caverna, e lá dentro encontravam-se os ossos roubados.

O grupo de homens voltou a aproximar-se da caverna. O Álvaro conseguiu fugir, e foi chamar a Guarda. Os homens traziam o Tio João amarrado. A Catarina, o Frederico e o Carlos esconderam-se, e descobriram quem era o chefe de todos aqueles homens, o Prof. Nistro (conheceram-no no Instituto).

Mais tarde, o Álvaro chegou com a Guarda. Todos aqueles homens foram presos, e os ossos foram levados para o Instituto de Arqueologia.

Mais uma vez, o Bando dos Quatro foi muito importante para a resolução deste mistério. 

 

 

 

 

publicado por saracrisf às 14:57

03
Mar 07

Colecção: O Bando dos Quatro

Título: Os fantasmas da Azenha Velha

Autor: João Aguiar

Editora: Edições ASA

 

 

 

 

        

Data:

08-02-07

11-02-07

12-02-07

15-02-07

Página:

7-43

47-63

67-79

83-112

 

17-02-07

18-02-07

19-02-07

115-131

135-154

157-212

 

        

 

 

 

Resumo

 

         O Laboratório de Físico-Químicas da escola do Álvaro, do Carlos e do Frederico, foi assaltado. Na noite seguinte o laboratório voltou a ser assaltado. O Carlos sugeriu, se caso houvesse mais assaltos, fossem tiradas as impressões digitais, e que essas fossem comparadas com as de todos os alunos da escola. Houve mais um assalto e foi feita a sugestão do Carlos. Não foi preciso comparar as impressões digitais, porque o Chico Magro admitiu que tinha sido ele a fazer os assaltos.

         A avó do Miguel (amigo do namorado da Cristina, que é irmã do Carlos) estava com uns problemas, e o Tio João pediu ajuda a um amigo, e resolveu todos os problemas. A D. Mariana (avó do Miguel) disse que à noite ouvia ruídos estranhos (passos, risos, vozes). O Bando dos Quatro foi lá passar uma noite, e confirmaram-se os ruídos e eles ficaram apavorados.

         Uma semana depois, o Bando dos Quatro, o Tio João, o Miguel e o Luís foram jantar a casa da D. Mariana. No final do jantar, foram todos, fora a D. Mariana tentar descobrir mais acerca dos “fantasmas” da casa da D. Mariana. Só o Tio João sabia o que ia fazer, e recusou-se a contar aos outros.

          Foram pelas traseiras da casa da D. Mariana, e entraram, sempre em silêncio. O Pelópidas começou a ganir em frente a uma parede. O Tio João foi lá e encontrou um microfone, metido na parede, e por detrás de um quadro encontrou um altifalante, que estava ligado à casa vizinha, que estava abandonada, mas nestes últimos tempos via-se lá luzes. Viram um homem a sair da casa abandonada. Correram atrás dele e viram que era o Sr. Isidro (o dono da loja onde o pai do Carlos havia comprado uma máquina de barbear). Mais tarde, o Sr. Isidro confessou que era sócio do Sr. Lopes (que queria comprar a casa à D. Mariana).

Foi chamada a polícia ao local, e acabou de resolver este caso.

O Miguel morava em Lisboa, mas decidiu, que para o ano vem estudar para Vila Rica, o que deu muita felicidades a D. Mariana.

Felizmente tudo acabou bem, mas desta vez com pouca ajuda do Bando dos Quatro. 

publicado por saracrisf às 14:17

Colecção: O Bando dos Quatro

Título: Maldição no teatro

Autor: João Aguiar

Editora: Edições ASA

 

Data:

23-02-07

24-02-07

Página:

7-96

99-166

 

 

Resumo

 

         Em Vila Rica há um teatro, mas já antigo. O Tio João e o pai do Frederico sugeriram ao dono que o restaurasse.  O dono achou boa ideia. O Tio João só esperava que a maldição não funcionasse (porque antigamente, sempre que lá havia uma peça de teatro, um actor morria).

         No primeiro dia de obras, caiu em cima de um pedreiro, um balde de cal. O Bando foi ver as obras e reparou que havia um homem estranho.

         Uns dias depois, um homem das obras, escorregou de um andaime e foi para o hospital.

         Foram à praia. O Carlos foi até às dunas e avistou o homem estranho, que viu nas obras. Seguiu-o. Ele foi para uma garagem de uma casa abandonada. No telhado da garagem tinha um buraco. Ele subiu ao telhado (com a ajuda de uns caixotes), e ficou lá a ouvir a conversa entre o tal homem e outro. Um, disse que só foi preciso preparar um acidente, e duas pessoas magoaram-se. O outro disse para ele pôr veneno na comida de alguém. A conversa acabou e o Carlos foi para a praia e contou o que ouviu ao resto do Bando.

         Nesse dia à noite, a Catarina ouviu uma conversa estranha entre dois homens, e segui-os. Eles foram para o teatro. Ouviu-se uma música. Com o medo, a Catarina voltou para casa.

         No Sábado era o último espectáculo que a companhia da peça “Os Vizinhos” ia fazer para a inauguração do Teatro. O Bando foi ver. O Bando dos Quatro foi ver a peça para os bastidores. Quando chegou a cena em que dois actores iam beber chá, o Carlos entra em palco e diz para ninguém o beber. No público encontrava-se uma farmacêutica, que analisou o chá e viu que realmente tinha veneno (o que o Carlos desconfiava).

A polícia foi à cave do teatro e encontrou lá os dois homens que colocaram o veneno no chá e deteve-os. Também encontraram lá o chefe de tudo isto, o Sr. Saval (o dono do teatro). Numa sala da cave, encontraram um estúdio de gravação (por isso é que a Catarina tinha ouvisto música).

O Sr. Saval pagou para colocarem veneno no chá e para ferirem os pedreiros.  Ele fez tudo isto porque não queria abrir o teatro, queria continuar com o estúdio de gravação.

Mais um caso chegou ao fim, com a ajuda do Bando dos Quatro.

publicado por saracrisf às 14:08

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