03
Mar 07

Colecção: O Bando dos Quatro

Título: Os fantasmas da Azenha Velha

Autor: João Aguiar

Editora: Edições ASA

 

 

 

 

        

Data:

08-02-07

11-02-07

12-02-07

15-02-07

Página:

7-43

47-63

67-79

83-112

 

17-02-07

18-02-07

19-02-07

115-131

135-154

157-212

 

        

 

 

 

Resumo

 

         O Laboratório de Físico-Químicas da escola do Álvaro, do Carlos e do Frederico, foi assaltado. Na noite seguinte o laboratório voltou a ser assaltado. O Carlos sugeriu, se caso houvesse mais assaltos, fossem tiradas as impressões digitais, e que essas fossem comparadas com as de todos os alunos da escola. Houve mais um assalto e foi feita a sugestão do Carlos. Não foi preciso comparar as impressões digitais, porque o Chico Magro admitiu que tinha sido ele a fazer os assaltos.

         A avó do Miguel (amigo do namorado da Cristina, que é irmã do Carlos) estava com uns problemas, e o Tio João pediu ajuda a um amigo, e resolveu todos os problemas. A D. Mariana (avó do Miguel) disse que à noite ouvia ruídos estranhos (passos, risos, vozes). O Bando dos Quatro foi lá passar uma noite, e confirmaram-se os ruídos e eles ficaram apavorados.

         Uma semana depois, o Bando dos Quatro, o Tio João, o Miguel e o Luís foram jantar a casa da D. Mariana. No final do jantar, foram todos, fora a D. Mariana tentar descobrir mais acerca dos “fantasmas” da casa da D. Mariana. Só o Tio João sabia o que ia fazer, e recusou-se a contar aos outros.

          Foram pelas traseiras da casa da D. Mariana, e entraram, sempre em silêncio. O Pelópidas começou a ganir em frente a uma parede. O Tio João foi lá e encontrou um microfone, metido na parede, e por detrás de um quadro encontrou um altifalante, que estava ligado à casa vizinha, que estava abandonada, mas nestes últimos tempos via-se lá luzes. Viram um homem a sair da casa abandonada. Correram atrás dele e viram que era o Sr. Isidro (o dono da loja onde o pai do Carlos havia comprado uma máquina de barbear). Mais tarde, o Sr. Isidro confessou que era sócio do Sr. Lopes (que queria comprar a casa à D. Mariana).

Foi chamada a polícia ao local, e acabou de resolver este caso.

O Miguel morava em Lisboa, mas decidiu, que para o ano vem estudar para Vila Rica, o que deu muita felicidades a D. Mariana.

Felizmente tudo acabou bem, mas desta vez com pouca ajuda do Bando dos Quatro. 

publicado por saracrisf às 14:17

Colecção: O Bando dos Quatro

Título: Maldição no teatro

Autor: João Aguiar

Editora: Edições ASA

 

Data:

23-02-07

24-02-07

Página:

7-96

99-166

 

 

Resumo

 

         Em Vila Rica há um teatro, mas já antigo. O Tio João e o pai do Frederico sugeriram ao dono que o restaurasse.  O dono achou boa ideia. O Tio João só esperava que a maldição não funcionasse (porque antigamente, sempre que lá havia uma peça de teatro, um actor morria).

         No primeiro dia de obras, caiu em cima de um pedreiro, um balde de cal. O Bando foi ver as obras e reparou que havia um homem estranho.

         Uns dias depois, um homem das obras, escorregou de um andaime e foi para o hospital.

         Foram à praia. O Carlos foi até às dunas e avistou o homem estranho, que viu nas obras. Seguiu-o. Ele foi para uma garagem de uma casa abandonada. No telhado da garagem tinha um buraco. Ele subiu ao telhado (com a ajuda de uns caixotes), e ficou lá a ouvir a conversa entre o tal homem e outro. Um, disse que só foi preciso preparar um acidente, e duas pessoas magoaram-se. O outro disse para ele pôr veneno na comida de alguém. A conversa acabou e o Carlos foi para a praia e contou o que ouviu ao resto do Bando.

         Nesse dia à noite, a Catarina ouviu uma conversa estranha entre dois homens, e segui-os. Eles foram para o teatro. Ouviu-se uma música. Com o medo, a Catarina voltou para casa.

         No Sábado era o último espectáculo que a companhia da peça “Os Vizinhos” ia fazer para a inauguração do Teatro. O Bando foi ver. O Bando dos Quatro foi ver a peça para os bastidores. Quando chegou a cena em que dois actores iam beber chá, o Carlos entra em palco e diz para ninguém o beber. No público encontrava-se uma farmacêutica, que analisou o chá e viu que realmente tinha veneno (o que o Carlos desconfiava).

A polícia foi à cave do teatro e encontrou lá os dois homens que colocaram o veneno no chá e deteve-os. Também encontraram lá o chefe de tudo isto, o Sr. Saval (o dono do teatro). Numa sala da cave, encontraram um estúdio de gravação (por isso é que a Catarina tinha ouvisto música).

O Sr. Saval pagou para colocarem veneno no chá e para ferirem os pedreiros.  Ele fez tudo isto porque não queria abrir o teatro, queria continuar com o estúdio de gravação.

Mais um caso chegou ao fim, com a ajuda do Bando dos Quatro.

publicado por saracrisf às 14:08

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