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16
Abr07

A Fada Oriana

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Autora: Sophia de Mello Breyner Andresen

Título: A Fada Oriana

Editora: Figueirinhas

 

           

Data:

27-03-07

28-03-07

Página:

5-27

28-81

 

 

Resumo

 

A Fada Oriana prometeu à Rainha das Fadas, que tomaria conta dos homens, dos animais e das plantas da Floresta.

         Todas as manhãs, a Fada Oriana, ia à casa da velha, e com a ajuda da varinha de condão colocava naquela casa tudo o que faltava. Ia também à casa do lenhador e à do moleiro, fazer a mesma coisa.

         Todas as noites ia à casa do Poeta, e este pedia-lhe para ela encantar o ar, e ela fazia os seus pedidos.

         Todos os dias, um peixe dizia à Fada Oriana coisas bonitas sobre ela, e assim, ela esqueceu-se de tudo o que estava a acontecer na Floresta; esqueceu-se de visitar a velha, o lenhador, o moleiro e o Poeta. E por isso, eles saíram todos, menos a velha, da Floresta.

         A Rainha das Fadas tirou as asas e a varinha de condão à Fada Oriana.

         A Fada Oriana foi à procura das pessoas que saíram da Floresta. A mulher do moleiro disse que só voltaria para a Floresta se a Oriana lhe encontra-se o seu filho que se perdeu. A mulher do lenhador disse que só voltaria para a Floresta se a Oriana tira-se o seu marido da prisão.

         Nesse mesmo dia, a Rainha das Fadas viu a Oriana a salvar a velha, e assim, resolveu devolver-lhe as asas e a varinha de condão.

         A Fada Oriana encontrou o filho do moleiro, tirou o lenhador da prisão e encantou o ar, e assim, todos regressaram à Floresta.

         A Fada Oriana prometeu que tomaria conta de toda a Floresta 

02
Abr07

A Floresta

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Autora: Sophia de Mello Breyner Andresen

Título: A Floresta

Editora: Figueirinhas

 

 

 

Data:

25-03-07

26-03-07

Página:

5-32

33-78

 

 

Resumo

 

 

Isabel vivia numa quinta onde havia muitas árvores.

            Isabel adorava conhecer um anão, mas uma tia sua disse-lhe que não existiam anões.

Ela foi para um pequeno bosque perto da sua casa, e construiu uma casinha, a pensar nos anões.

No dia seguinte, quando voltou ao bosque, encontrou dentro da casinha um anão. Isabel e o anão ficaram amigos.

Um ano depois de se conhecerem, o anão contou uma história à Isabel: um homem passou toda a sua vida a roubar e a matar, então ficou com muito ouro. O tal homem adoeceu e foi para um convento, e disse aos frades para guardarem o ouro e dá-lo a um homem bom. Os frades adoeceram e entregaram o oiro ao anão, para ele dá-lo a um homem bom.

Isabel disse ao anão que conhecia um homem bom, o professor de Música.

Isabel marcou um encontro com o anão e o professor de Música. Este não aceitou o ouro, e disse que um amigo seu (que era cientista) queria transformar pedras em ouro, mas já tinha experimentado e não tinha acontecido nada. Então, o Cláudio (o prof. de Música) teve uma ideia: pegar no ouro e colocá-lo no lugar das pedras.

Assim fizeram. O Dr. Máximo (o amigo do Cláudio) ficou felicíssimo.

Nesse mesmo dia, o Dr. Máximo entregou o ouro aos pobres da cidade. Mas nessa noite, o laboratório do Dr. Máximo ardeu, e não restou nada. Ele achou que foi bom, pois assim, os homens ricos da cidade não o chateavam.

O Cláudio voltou com o anão para o bosque, e encontraram-se com a Isabel.

O anão disse que tinha de ir embora, pois já fez o que prometera. Despediram-se e o anão pôs-se em cima de uma ave, que o levaria até às Florestas do Norte. 


 

 

 
 

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