A toda a hora e em todo o lugar somos bombardeados com todo o tipo de publicidade. Ou porque recebemos no telemóvel uma oferta de um novo toque polifónico, ou porque vamos na rua e nos deparamos com imensos placards de publicidades aos mais variados produtos, ou então porque simplesmente assistimos ao intervalo de um programa televisivo.
A maior parte da publicidade transmite a ideia de que tudo, aparentemente é perfeito, de que todo o espectador deverá consumir o produto e que nenhum se irá arrepender. O que muitas vezes é falso e se torna numa desilusão. Mas, em contra partida, há um outro tipo de publicidade. Aquela que não nos apela à compra, ao consumo, à mudança, à inovação. Por exemplo, aquela que nos alerta contra o racismo, aquela que nos incentiva a que façamos a reciclagem…
Apesar de nem todas as publicidades serem ilusórias, a maior parte é. E por isso, cabe-nos a nós, consumidores, evitar ficar fascinado com aquele novo produto, e não o querer porque, simplesmente no anúncio diz que tudo nele é fantástico. Muito pelo contrário, antes da compra devemos analisar o produto e pensar se realmente será uma boa compra.
Deixemos de ser enganados por falsas promessas, por falsas realidades.