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saracrisf

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07
Jun09

O que dirías a um Extraterrestre?

saracrisf

 

Jorge tinha 15 anos. Era conhecido como o cientista do futuro. Adorava astronomia. Inquietava-o a possibilidade de existência de vida noutros planetas. Enquanto pequeno, Jorge, deliciava-se com uns bonequinhos fascinantes que via na televisão: eram verdes, com um único olho, eram horríveis. Agora, já crescido, adoraria poder ver cara à cara um desses seres, a que se davam o nome de extraterrestres.
Jorge achava tal acontecimento impossível. Afinal, ele tinha poucas certezas de que seres como aqueles existissem realmente.
De repente Jorge olhara em seu redor. O que via? Botões mais botões. Uma nave. Entrou em pânico. Mas como é que ele teria ido para ali parar? Viu um ser daqueles verdes. “Aaaaaaahhh”. Foi com este enorme grito que a nave abalou.
- Ei rapaz. Tem calma.
- Onde me foste buscar? – Perguntou em pânico.
- Não és tu que tens tanta curiosidade nestas coisas? – Perguntou-lhe aquele ser horrível.
- Sim…de onde é que vens tu? – Questionou bastante confuso.
- Seres como eu nunca andam num só sítio. Andamos por vários planetas. Agora percorremos a Terra. – Respondeu-lhe ele.
- Eh! Excelente! … Oh mas eu quero ir para casa…
- É realmente interessante. Mas, não tenhas medo de mim, eu sou como os seres do teu Planeta, só muda o aspecto físico. – Informou o Extraterrestre ao Jorge.
- Pois, és horrível. – Gracejou ele.
Jorge aproveitava para observar tudo à sua volta. Era tudo tão esquisito, mas tudo tão interessante. Deu-lhe uma vontade enorme de vasculhar tudo, visto que não era todos os dias que podia ver coisas daquelas. Jorge deixou de ver o Extraterrestre, talvez estivesse por de trás de uma pequena a existente na nave. Sentiu então, que era a sua oportunidade de experimentar todos aqueles botões. Carregou num. A nave movimentava-se com uma velocidade bastante elevada. Carregou noutro. Um pequeno espelho realçou-se numa parede lateral. Carregou ainda noutro. Sentiu algo bastante macio. Era a sua almofada. Olhou em seu redor e viu as paredes do seu quarto.
-Oh…foi um sonho… - Entristeceu-se Jorge.
Apesar de estranho, Jorge estava a adorar aquela nova experiência.

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