urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:saracrisfsaracrisfsaracrisfLiveJournal / SAPO Blogssaracrisf2009-06-07T22:14:23Zurn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:saracrisf:330252009-06-07T23:13:21Acontecimento Bombástico2009-06-07T22:13:34Z2009-06-07T22:14:23Z<p>O</p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:saracrisf:329222009-06-07T22:55:51O que dirías a um Extraterrestre?2009-06-07T21:56:59Z2009-06-07T21:56:59Z<p> </p>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 35.4pt; text-align: justify"><span style="font-family: Georgia">Jorge tinha 15 anos. Era conhecido como o cientista do futuro. Adorava astronomia. Inquietava-o a possibilidade de existência de vida noutros planetas. Enquanto pequeno, Jorge, deliciava-se com uns bonequinhos fascinantes que via na televisão: eram verdes, com um único olho, eram horríveis. Agora, já crescido, adoraria poder ver cara à cara um desses seres, a que se davam o nome de extraterrestres.</span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 35.4pt; text-align: justify"><span style="font-family: Georgia">Jorge achava tal acontecimento impossível. Afinal, ele tinha poucas certezas de que seres como aqueles existissem realmente. </span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 35.4pt; text-align: justify"><span style="font-family: Georgia">De repente Jorge olhara em seu redor. O que via? Botões mais botões. Uma nave. Entrou em pânico. Mas como é que ele teria ido para ali parar? Viu um ser daqueles verdes. “Aaaaaaahhh”. Foi com este enorme grito que a nave abalou. </span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 35.4pt; text-align: justify"><span style="font-family: Georgia">- Ei rapaz. Tem calma.</span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 35.4pt; text-align: justify"><span style="font-family: Georgia">- Onde me foste buscar? – Perguntou em pânico.</span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 35.4pt; text-align: justify"><span style="font-family: Georgia">- Não és tu que tens tanta curiosidade nestas coisas? – Perguntou-lhe aquele ser horrível.</span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 35.4pt; text-align: justify"><span style="font-family: Georgia">- Sim…de onde é que vens tu? – Questionou bastante confuso.</span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 35.4pt; text-align: justify"><span style="font-family: Georgia">- Seres como eu nunca andam num só sítio. Andamos por vários planetas. Agora percorremos a Terra. – Respondeu-lhe ele.</span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 35.4pt; text-align: justify"><span style="font-family: Georgia">- Eh! Excelente! … Oh mas eu quero ir para casa…</span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 35.4pt; text-align: justify"><span style="font-family: Georgia">- É realmente interessante. Mas, não tenhas medo de mim, eu sou como os seres do teu Planeta, só muda o aspecto físico. – Informou o Extraterrestre ao Jorge.</span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 35.4pt; text-align: justify"><span style="font-family: Georgia">- Pois, és horrível. – Gracejou ele.</span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 35.4pt; text-align: justify"><span style="font-family: Georgia">Jorge aproveitava para observar tudo à sua volta. Era tudo tão esquisito, mas tudo tão interessante. Deu-lhe uma vontade enorme de vasculhar tudo, visto que não era todos os dias que podia ver coisas daquelas. Jorge deixou de ver o Extraterrestre, talvez estivesse por de trás de uma pequena a existente na nave. Sentiu então, que era a sua oportunidade de experimentar todos aqueles botões. Carregou num. A nave movimentava-se com uma velocidade bastante elevada. Carregou noutro. Um pequeno espelho realçou-se numa parede lateral. Carregou ainda noutro. Sentiu algo bastante macio. Era a sua almofada. Olhou em seu redor e viu as paredes do seu quarto. </span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 35.4pt; text-align: justify"><span style="font-family: Georgia">-Oh…foi um sonho… - Entristeceu-se Jorge.</span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 35.4pt; text-align: justify"><span style="font-family: Georgia">Apesar de estranho, Jorge estava a adorar aquela nova experiência.</span></div>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:saracrisf:327502009-06-07T18:44:44Carta2009-06-07T17:45:08Z2009-06-07T17:46:59Z<p> </p>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt"><span style="font-family: Georgia">Bruna Teixeira Costa</span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt"><span style="font-family: Georgia">Rua 13 de Outubro, 302</span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt"><span style="font-family: Georgia">4321-987 Rua Nova</span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt"><span style="font-family: Georgia"> </span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt"><span style="font-family: Georgia"> Planeta Terra, 6 de Junho de 2009</span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt"><span style="font-family: Georgia">Caros companheiros terráqueos,</span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 35.4pt; text-align: justify"><span style="font-family: Georgia">O Planeta Terra é de todos nós. E, o que lhe está a acontecer é culpa de todos nós. Nós, cidadãos, estamos a destruir o único lugar que temos para viver. Coisas tão insignificantes como atirar uma embalagem pelo vidro do carro prejudicam o nosso meio ambiente.</span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 35.4pt; text-align: justify"><span style="font-family: Georgia">Todos sabem o estado actual do nosso Planeta, todos sabem a sua gravidade mas, ninguém pára para pensar e rectificar os seus erros. </span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 35.4pt; text-align: justify"><span style="font-family: Georgia">A poluição. A poluição é o assunto mais preocupante. Actos como os de fazer a reciclagem do lixo, ter em atenção aos números de CFC’s que emitem para a Atmosfera, quando se compra um frigorifico, não usar sprays, utilizar energias renováveis, sempre que possível andar a pé ou de bicicleta… podem mudar muita coisa. São coisas tão simples, e que todos nós podemos fazer. É obvio que estes actos serão bastante importantes mas, não serão repentinos. Contudo nas gerações futuras já se verão excelentes mudanças. 160</span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 35.4pt; text-align: justify"><span style="font-family: Georgia">Todos juntos seremos capazes. Teremos um mundo novo, um mundo onde se possa viver melhor.</span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 35.4pt; text-align: justify"><span style="font-family: Georgia">Com os melhores cumprimentos,</span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 35.4pt; text-align: justify"><span style="font-family: Comic Sans MS"><span>Bruna Costa </span></span></div>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:saracrisf:322722009-06-06T15:28:24Viagem de Comboio2009-06-06T14:38:56Z2009-06-06T14:38:56Z<p> </p>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 35.4pt; text-align: justify"><span style="font-family: Georgia"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%">Sentei-me num banco ao lado da janela. Com os phones nos ouvidos, observava a bela paisagem. Via campos verdes cobertos de inúmeras flores amarelas, as enormes árvores enchiam-se de pássaros. Avistava-se já, um pequeno ribeiro ao longe. Havia dois pescadores nas margens do mesmo que, com as suas canas tentavam encontrar peixe. O comboio chegou a outra estação. Parou. Fixei, pela janela, uma casa tão velha em que as suas paredes encontravam-se tão degradas que estavam em risco de ruir. </span></span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 35.4pt; text-align: justify"><span style="font-family: Georgia"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%">De repente, uma varatoca-me no joelho direito. Instantaneamente retirei os phones e guardei o aparelho de música. Olhei repentinamentepara ver o que se passava. Vi uma adolescente, com óculos escuros e com aquela vara, intuitivamente percebi que sofria de cegueira. Nunca tinha conhecido nenhuma pessoa assim. A rapariga tinha percebido que estava alguém sentado naquele banco, e então, perguntou delicadamente: </span></span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 35.4pt; text-align: justify"><span style="font-family: Georgia"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%">- Desculpe, posso-me sentar ao seu lado?</span></span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 35.4pt; text-align: justify"><span style="font-family: Georgia"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%">- Claro! Precisas de ajuda? – Perguntei-me com uma enorme naturalidade, afinal, devia ter praticamente a minha idade.</span></span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 35.4pt; text-align: justify"><span style="font-family: Georgia"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%">- Obrigada mas, eu consigo acomodar-me sozinha. </span></span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify"><span style="font-family: Georgia"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%"> Calei-me. Achava admirável a capacidade que estas pessoas tinham de se movimentarem sozinhas, de viverem…sem verem. O comboio estava praticamente cheio e o segurançaaproximava-se do nosso banco para pedir os bilhetes.</span></span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify"><span style="font-family: Georgia"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%"> Olhei pela janela fora e apercebi-me de que já tínhamos chegado a uma cidade, presumi que seria Cebrulta. Via, agora, prédios e prédios, não se havia nenhuma árvore. </span></span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify"><span style="font-family: Georgia"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%"> Com o maior à-vontade, disse-me:</span></span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify"><span style="font-family: Georgia"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%"> - Eu nasci assim, o meu avô paterno era cego. Tinha eu cerca de 2 anos quando percebi que era mesmo diferente das outras pessoas. Ouvia-as dizer: “o amarelo fica-te bem”, “que carro giro”, “faz uma letra maior”, e eu não sabia o que era o amarelo, não sabia como era o carro, e até mesmo como eram as letras…</span></span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify"><span style="font-family: Georgia"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%"> As suas palavras entristeceram-me. Continuou:</span></span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify"><span style="font-family: Georgia"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%"> -…Sentia-me diferente. Cresci e comecei a perceber realmente o meu problema. Agora, aceito-o, não tenho outra opção. Aprendi a viver assim, aprendi a depender de outros para fazer certas coisas, mas sou feliz.</span></span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify"><span style="font-family: Georgia"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%"> Ouviu-se “Paragem em Caspira” e a rapariga acrescentou:</span></span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify"><span style="font-family: Georgia"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%"> - O meu nome é Mafalda e a minha viagem chegou ao fim. Obrigada por me ouvires.</span></span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify"><span style="font-family: Georgia"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%"> Levantou-se. Levantei-me também. Ajudei-a a sair e disse:</span></span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify"><span style="font-family: Georgia"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%"> - O meu nome é Afonso.</span></span></div>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:saracrisf:320502009-05-26T22:06:04Comparação de Poemas2009-05-26T21:06:27Z2009-05-26T21:08:27Z<div style="width:425px;text-align:left" id="__ss_1492182"><a style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;margin:12px 0 3px 0;text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/SaraBranco/comparao-de-poemas-1492182?type=powerpoint" title="Comparação de Poemas" rel="noopener">Comparação de Poemas</a><object style="margin:0px" width="425" height="355"><param name="movie" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=cuserssaradocumentsescola9portuguslnguaportuguesa-090526154727-phpapp02&stripped_title=comparao-de-poemas-1492182" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><embed src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=cuserssaradocumentsescola9portuguslnguaportuguesa-090526154727-phpapp02&stripped_title=comparao-de-poemas-1492182" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="355"></embed></object><div style="font-size:11px;font-family:tahoma,arial;height:26px;padding-top:2px;">View more <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/" rel="noopener">OpenOffice presentations</a> from <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/SaraBranco" rel="noopener">SaraBranco</a>.</div></div>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:saracrisf:317972009-05-21T18:55:20Mapa conceptual2009-05-21T17:56:21Z2009-05-21T17:59:23Z<p><a href="http://mind42.com/pub/mindmap?mid=96ebae16-a700-4373-8061-5a015b5f4449" rel="noopener">recursos expressivos</a></p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:saracrisf:313242009-05-05T15:28:56Herói ou Ídolo2009-05-05T14:30:18Z2009-05-05T14:30:18Z<p> </p>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 35.4pt; text-align: justify"><span style="font-family: Georgia"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%">Actualmente, para muitas pessoas o sentido da palavra herói evoluiu para ídolo. Mas, para mim não. Um herói é alguém ilustre pela grandiosidade dos seus feitos ou alguém que, por qualquer razão, é motivo de orgulho.</span></span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 35.4pt; text-align: justify"><span style="font-family: Georgia"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%">Tentar copiar os hábitos, a maneira de ser, a forma de vestir de alguém nunca é saudável pois, assim estamos forçosamente a mudar a nossa verdadeira personalidade, o que é completamente errado. Isto acontece principalmente com os adolescentes, pois estes são ainda muito inocentes e deixam-se, muito facilmente, iludir e esquecem-se dos possíveis riscos que podem correr.</span></span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 35.4pt; text-align: justify"><span style="font-family: Georgia"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%">Mas, apesar disto, ter um herói é bom e pode fazer bem. Ter uma pessoa que se admira pode ajudar a descobrir uma vocação nossa, pode-se aprender com os seus actos, pode-se tornar numa pessoa melhor.</span></span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 35.4pt; text-align: justify"><span style="font-family: Georgia"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%">Visto isto, um herói pode influenciar positiva ou negativamente. Agora, cabe-nos a nos ter consciência do que devemos ou não fazer por um ídolo. </span></span></div>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:saracrisf:309902009-04-24T22:46:49Resumo "O Guarda da Praia"2009-04-24T21:49:33Z2009-04-24T21:51:49Z<p style="text-align: justify"><b><span style="font-family: Georgia">Título</span></b><span style="font-family: Georgia">: "O Guarda da Praia"</span></p>
<p style="text-align: justify"><b><span style="font-family: Georgia">Autora</span></b><span style="font-family: Georgia">: Maria Teresa Maia Gonzalez</span></p>
<p style="text-align: justify"><b><span style="font-family: Georgia">Editora</span></b><span style="font-family: Georgia">: VERBO</span></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 35.4pt; text-align: justify"><span style="font-family: Georgia">Uma rapariga foi passar umas pequenas férias a uma casa perto da praia para concluir a escrita do seu livro.</span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 35.4pt; text-align: justify"><span style="font-family: Georgia">Ela passou a ser visitada constantemente por um jovem, o Luís, que entrava descaradamente em sua casa. Inicialmente, a rapariga não gostou muito, mas rapidamente simpatizou e fez amizade com Dunas, alcunha de Luís.</span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 35.4pt; text-align: justify"><span style="font-family: Georgia">Luís era um jovem que vivia só com a avó, o pai havia emigrado para a América. Adorava a praia e era lá que ele ia todos os dias.</span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 35.4pt; text-align: justify"><span style="font-family: Georgia">A rapariga e o Dunas tornaram-se muito amigos; divertiam-se imenso, passeavam juntos, brincavam juntos no mar… Dunas confidenciou à amiga um esconderijo seu na areia.</span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 35.4pt; text-align: justify"><span style="font-family: Georgia">O tempo passou. A rapariga acabou o seu livro e era tempo de voltar à sua terra. Despediu-se de Dunas com tristeza e saudade.</span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 35.4pt; text-align: justify"><span style="font-family: Georgia">Algum tempo depois, ela resolveu voltar à ilhota, local onde Dunas vivia, procurá-lo. Foi com imensa tristeza que soube que ele tinha ido para a América e até já se tinha casado. Lembrou-se, então, de ir ao esconderijo à praia. Encontrou uma caixa com várias coisas do Dunas que eram para ela, de entre as quais uma carta de despedida do seu velho amigo.</span></div>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:saracrisf:308472009-04-23T20:06:28Leituras2009-04-23T19:09:43Z2009-04-23T19:09:43Z<p style="text-align: justify"><span style="font-family: Georgia">Acabei de ler: </span></p>
<p style="text-align: justify"> </p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-family: Georgia">"O Guarda da Praia" de Maria Teresa Mais Gonzalez.</span></p>
<p style="text-align: justify"> </p>
<p style="text-align: justify"> </p>
<p style="text-align: justify"> </p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-family: Georgia">Estou a ler:</span></p>
<p style="text-align: justify"> </p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-family: Georgia">"O Pássaro da Neve" de Sue Welford.</span></p>
<p style=""> </p>
<p style=""> </p>
<p style=""> </p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:saracrisf:303752009-03-30T16:31:13“Preparar para o exame” - Propostas de Escrita - Biografia Florbela Espanca2009-03-30T15:32:32Z2009-03-30T15:36:41Z<p> </p>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 35.4pt; text-align: justify"><span style="font-family: Georgia">Florbela de Alma da Conceição Espanca nasceu em Vila Viçosa no Alentejo, no dia 8 de Dezembro de 1894. Filha ilegítima de João Maria Espanca que era fotógrafo e antiquário e de Antónia da Conceição Lobo que era criada. Foi quando tinha 8 anos de idade que escreveu o seu primeiro poema: “Vida e Morte”</span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 35.4pt; text-align: justify"><span style="font-family: Georgia">Começou os seus estudos no colégio em Vila Viçosa. Mais tarde frequentou o Liceu de Évora e, só depois do seu primeiro casamento com Alberto Moutinho, em 1913, é que concluiu a Secção de Letras do Curso dos Liceus.</span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 35.4pt; text-align: justify"><span style="font-family: Georgia">Posteriormente estudou Direito na Faculdade de Lisboa. E, foi em 1919 que publicou a sua primeira obra de poesia: “Livro de Mágoas”. Em 1921 divorciou-se de Alberto Moutinho e volta novamente a casar-se com António Guimarães. Dois anos mais tarde publicou o “Livro do Soror Saudade”. Em 1925 Florbela Espanca casou-se, pela terceira vez, com Mário Lage.</span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 35.4pt; text-align: justify"><span style="font-family: Georgia">A escritora estava ligada por fortes laços afectivos ao seu irmão, Apeles, e este morreu em 1927. Tal acontecimento afectou bastante a sua vida e a sua obra.</span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 35.4pt; text-align: justify"><span style="font-family: Georgia">Florbela Espanca morreu a 8 de Dezembro de 1930 em Matosinhos como causa oficial um edema pulmonar. Depois da sua morte foram publicados: “Charneca em Flor”; “Contos - As Máscaras do Destino"… .</span></div>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:saracrisf:301482009-03-29T15:56:41PAI2009-03-29T14:57:41Z2009-03-29T14:57:41Z<p> </p>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt"><span style="font-family: Georgia">Nasci. Cresci. E aprendi.</span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt"><span style="font-family: Georgia">Aprendi contigo parte do que sei.</span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt"><span style="font-family: Georgia">Ensinaste-me a viver,</span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt"><span style="font-family: Georgia">Coisa de que sempre precisarei.</span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt"><span style="font-family: Georgia"> </span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt"><span style="font-family: Georgia">Admiro-te, Pai!</span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt"><span style="font-family: Georgia">Admiro-te por seres como és,</span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt"><span style="font-family: Georgia">Admiro-te por fazeres o que fazes.</span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt"><span style="font-family: Georgia"> </span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt"><span style="font-family: Georgia">Obrigado!</span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt"><span style="font-family: Georgia">Obrigado por seres como és, comigo,</span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt"><span style="font-family: Georgia">Obrigado por tudo!</span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt"><span style="font-family: Georgia"> </span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt"><span style="font-family: Georgia">Precisei, Preciso e Precisarei de ti, Pai!</span></div>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:saracrisf:297632009-03-15T19:38:43Carta de Reclamação2009-03-15T19:42:30Z2009-03-15T19:42:30Z<p> </p>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt"><span style="font-family: Georgia">Bruna Teixeira Costa</span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt"><span style="font-family: Georgia">Rua 13 de Outubro, 302</span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt"><span style="font-family: Georgia">4321-987 Rua Nova</span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt"><span style="font-family: Georgia"> </span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt"><span style="font-family: Georgia">Rua Nova, 12 de Março de 2009</span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt"><span style="font-family: Georgia">Ex. mos. Senhores,</span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt"><span style="font-family: Georgia">Lamento comunicar a V. Exas. que as calças, que comprei no vosso estabelecimento no passado dia 07 de Março de 2009, rapidamente se estragaram.</span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt"><span style="font-family: Georgia">È que, depois de uma vez usadas, foram lavadas na máquina de lavar roupa a uma temperatura não superior a 30ºC, como vinha na etiqueta, as calças ficaram debotadas, brancas com várias manchas, sendo elas de ganga escura.</span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt"><span style="font-family: Georgia">Visto isto, fico impossibilitada de as voltar a usar. Portanto, peço que V. Exas. Tomem alguma atitude. Neste caso, ou me dão a possibilidade de ser recompensado como outro produto do vosso estabelecimento, do mesmo valor, ou então espero a devolução do dinheiro dispensado na compra.</span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt"><span style="font-family: Georgia"> </span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt"><span style="font-family: Georgia">De V. Exas. </span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt"><span style="font-family: Georgia">Atentamente</span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt"> </div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt"><span style="font-family: Comic Sans MS"><span style=""><span style=""><span>Bruna Teixeira Costa</span></span></span></span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt"> </div>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:saracrisf:295562009-03-07T12:05:41Pinócrates; Diabo; Anjo2009-03-07T12:10:05Z2009-03-07T12:13:59Z<p> </p>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt">Aproxima-se o Pinócrates do Cais e, chegando ao Arrais do Inferno diz:</div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt"> </div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt"><b>Pin.</b> Pera onde caminhais?</div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt"><b>Dia.</b> Pera aquele fogo ardente, Senhor. Embarcai!</div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt"><b>Pin.</b> Quê? Que dizeis?</div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt"><b>Dia.</b> Pera o Estio Eterno.</div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt"><b>Pin.</b> Nom hei-de eu embarcar em tal barca. Nom fiz nada pera merecer esse destino</div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt"><b>Dia.</b> Tu, que enganaste o teu pobre povo português, que haveis de merecer? Embarcai aqui, mais ninguém te acolherá.</div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt"><b>Pin.</b> Isso que dizeis é absolutamente mentira. Eu que criei um computador para as mias criancinhas…</div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt"><b>Dia.</b> Tu, que os copiaste, induzindo em erro teu povo.</div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt"><b>Pin.</b> Continuas absolutamente enganado em relação a mi pessoa. Procurarei então outra barca.</div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt"> </div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt">(Pinócrates procurou, no Cais, outra barca, a Barca da Glória)</div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt"> </div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt"><b>Pin.</b> Hou da Barca!</div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt"><b>Anj.</b> Quem vem i?</div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt"><b>Pin.</b> Pinócrates. Pera onde caminhais?</div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt"><b>Anj.</b> Pera o Paraíso, Senhor. Mas cá nom entrarás tu.</div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt"><b>Pin.</b> I nom entrarei eu? Mas porquê? Eu, que enquanto vivo sempre ajudei o meu pais.</div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt"><b>Dia.</b> Tu, que leixaste o teu pais mal, mui mal. Nunca ajudaste os que mais precisavam. Tu, que só te preocupaste com a tua própria riqueza.</div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt"><b>Pin.</b> Isso é absolutamente mentira. Sempre fui um político exemplar disposto a fazer o melhor pelo meu pais.</div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt"><b>Anj.</b> Aqui não embarcais.</div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt"><b>Pin.</b> E se eu…por acaso…lhe der assi um dinheirinho?</div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt"><b>Anj.</b> Se era isso que fazíeis enquanto vivo, aqui, comigo não o fazeis.</div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt"> </div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt">(Pinócrates ao perceber que não embarcaria na Barca da Glória, procurou de novo a Barca do Diabo)</div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt"><b>Pin.</b> Hou da Barca! Posso i embarcar?</div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt"><b>Dia.</b> Embarcai e tomarês um par de remos. Nom percamos mais maré.</div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt"><b>Pin.</b> Todavia.</div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt"><b>Dia.</b> Vosso amigo, Hugo Crávez, já cá embarcou. Lá o encontrarás.</div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt"><b>Pin.</b> Mui meu amigo ele. És porreiro pá.</div>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:saracrisf:294202009-03-06T19:36:26Texto descritivo2009-03-06T19:58:28Z2009-03-06T20:02:45Z<p><br />
<img height="156" alt="" width="153" src="http://bp1.blogger.com/_j9ogbr-OL-8/R2m57vUIIwI/AAAAAAAAABg/c7ZkSIHhLtA/s320/ship_fools.jpg" /> Neste quadro, que representa um barco, destaca-se ao centro uma mesa, na qual está um prato com cerejas e um copo. Ao seu redor, está um padre e uma freira. Ambos cantam e a freira toca alaúde. Pendurado numa corda, e que se deixa cair entre o padre e a freira está um pedaço de pão. Um pouco atrás encontram-se também três pessoas que acompanham o padre e a freira a cantar. Também por trás e à direita está, sentado numa corda, um bobo que bebe com sofreguidão. À frente estão duas pessoas nuas que pedem com uma tigela na mão algum para comer. Do lado esquerdo está uma mulher que está a bater a um homem que tentava roubar um jarro. Neste barco, o mastro é uma árvore, e nesta árvore, e nesta árvore está preso por uma corda, um ganso. Por baixo deste, está uma pessoa que, com uma faca, o tenta roubar.</p>
<p> </p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:saracrisf:290132009-03-06T19:28:03Mapa Conceptual -Gil Vicente2009-03-06T19:29:32Z2009-03-06T19:29:32Z<object classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=7,0,19,0" width="450" height="340" id="bblviewer">
<param name="movie" value="http://bubbl.us/sys/view.swf?sid=259001&pw=yaxKUE440vYXYMTRwQU5BNGpoMW5Cdw" />
<param name="quality" value="high" />
<param name="SeamlessTabbing" value="false" />
<param name="AllowScriptAccess" value="always" />
<param name="FlashVars" value="_sid=259001&_title=New%20Sheet&_z=75&_pw=yaxKUE440vYXYMTRwQU5BNGpoMW5Cdw" />
<embed src="http://bubbl.us/sys/view.swf?sid=259001&pw=yaxKUE440vYXYMTRwQU5BNGpoMW5Cdw" flashvars="_sid=259001&_title=New%20Sheet&_z=75&_pw=yaxKUE440vYXYMTRwQU5BNGpoMW5Cdw" quality="high" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" type="application/x-shockwave-flash" width="450" height="340" allowscriptaccess="always" seamlesstabbing="false" name="bblviewer"></embed>
</object>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:saracrisf:287342009-02-14T11:35:22Dia dos Namorados 2009-02-14T11:36:02Z2009-02-14T11:36:02Z<p> </p>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt"><span style="font-family: Georgia"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%">“O Dia de S. Valentim tem a sua origem num acontecimento ocorrido na segunda metade do século III, na cidade de Terni, a 75 km de Roma.</span></span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt"><span style="font-family: Georgia"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%">O Império Romano era governado, na altura, por Claudius II, que estava envolvido em diversas campanhas militares consideradas demasiado sangrentas, o que levou a dificuldades na recruta de novos soldados para as legiões romanas. Tendo o imperador considerado que a razão destas dificuldades residiam no facto de os homens não querem abandonar as suas namoradas, esposas e amantes, proibiu todos os noivados e casamentos em Roma. Quando o imperador tomou conhecimento da celebração destas cerimónias, ordenou a decapitação do bispo Valentim, facto que ocorreu a 14 de Fevereiro de 270. Em 498, o papa Gelasius santificou-o, passando o dia da sua morte a estar conotado com os apaixonados.”</span></span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt" align="right"><span style="font-family: Georgia"><i><span style="font-size: 10pt; line-height: 115%">Ciências Naturais 9ºano</span></i></span></div>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:saracrisf:284932009-02-14T11:23:29O Amor é uma Companhia2009-02-14T11:24:47Z2009-02-14T11:24:47Z<p><span style="font-family: Georgia"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%">“O amor é uma companhia.<br />
Já não sei andar só pelos caminhos,<br />
Porque já não posso andar só.<br />
Um pensamento visível faz-me andar mais depressa<br />
E ver menos, e ao mesmo tempo gostar bem de ir vendo tudo.<br />
<br />
Mesmo a ausência dela é uma coisa que está comigo.<br />
E eu gosto tanto dela que não sei como a desejar.<br />
Se a não vejo, imagino-a e sou forte como as árvores altas.<br />
Mas se a vejo tremo, não sei o que é feito do que sinto na ausência dela.<br />
<br />
Todo eu sou qualquer força que me abandona.<br />
Toda a realidade olha para mim como um girassol com a cara dela no meio.”<br />
<br />
“<span>Alberto Caeiro</span>”</span></span></p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:saracrisf:282692009-01-27T18:06:20O Mundo da Publicidade2009-01-27T18:26:11Z2009-01-27T18:26:11Z<p> </p>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%">A toda a hora e em todo o lugar somos bombardeados com todo o tipo de publicidade. Ou porque recebemos no telemóvel uma oferta de um novo toque polifónico, ou porque vamos na rua e nos deparamos com imensos placards de publicidades aos mais variados produtos, ou então porque simplesmente assistimos ao intervalo de um programa televisivo.</div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%">A maior parte da publicidade transmite a ideia de que tudo, aparentemente é perfeito, de que todo o espectador deverá consumir o produto e que nenhum se irá arrepender. O que muitas vezes é falso e se torna numa desilusão. Mas, em contra partida, há um outro tipo de publicidade. Aquela que não nos apela à compra, ao consumo, à mudança, à inovação. Por exemplo, aquela que nos alerta contra o racismo, aquela que nos incentiva a que façamos a reciclagem…</div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%">Apesar de nem todas as publicidades serem ilusórias, a maior parte é. E por isso, cabe-nos a nós, consumidores, evitar ficar fascinado com aquele novo produto, e não o querer porque, simplesmente no anúncio diz que tudo nele é fantástico. Muito pelo contrário, antes da compra devemos analisar o produto e pensar se realmente será uma boa compra.</div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%">Deixemos de ser enganados por falsas promessas, por falsas realidades.</div>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:saracrisf:280322009-01-03T17:05:17Resumo "As Pupilas do Senhor Reitor"2009-01-03T17:07:00Z2009-01-03T17:11:23Z<p> </p>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: 150%; text-align: justify"><b>Título: </b>“As Pupilas do senhor Reitor”</div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: 150%; text-align: justify"><b>Autor: </b>Júlio Dinis</div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: 150%; text-align: justify"><b>Colecção: </b>Colecção Portuguesa</div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: 150%; text-align: justify"><b>Editora:</b> Porto Editora</div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: 150%; text-align: justify"><b> </b></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: 150%; text-align: justify"><span> Daniel e Pedro eram dois irmãos que viviam na aldeia com o seu pai, José das Dornas. Pedro seguiu as pisadas do pai, sendo também lavrador. E, Daniel frequentava aulas de latim, para um dia mais tarde vir a ser padre. Mas esta ideia de ser padre nunca lhe agradou muito, Margarida estava-lhe no coração.</span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: 150%; text-align: justify"><span> Margarida vivia com a sua irmã mais nova, e com a sua madrasta, que a maltratava e que lhe impunha duras regras e tarefas. Margarida era obrigada a ir todos os dias para o campo com o rebanho, e foi aí que conheceu o Daniel. Às tais tarefas que lhe eram impostas, Margarida recebia, às escondidas da madrasta, a ajuda da sua irmã Clara.</span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: 150%; text-align: justify"><span> O tempo passou, a mãe/madrasta das duas raparigas morreu, e foi o Reitor da aldeia que ficou responsável pelas duas raparigas, o Daniel regressou do Porto, onde esteve a estudar medicina, Clara tornou-se noiva de Pedro e Margarida ainda sem ter apagado da memória o amor passado que é ainda presente.</span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: 150%; text-align: justify"><span> Entretanto ocorreram umas confusões entre Clara, Margarida, Pedro e Daniel, o que deu bastante que falar às beatas da aldeia. Mas, acabou-se tudo por resolver e esmorecer nas bocas do povo.</span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: 150%; text-align: justify"><span> Tal como Pedro e Clara, Daniel e Margarida, que desde crianças estavam apaixonados, decidiram casar-se. </span></div>
<p> </p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:saracrisf:278972008-11-24T17:47:16Mapa Conceptual - Canto I2008-11-24T17:52:21Z2008-11-24T18:07:07Z<object classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=7,0,19,0" width="450" height="340" id="bblviewer">
<param name="movie" value="http://bubbl.us/sys/view.swf?sid=200506&pw=yaJYoqYlfk282MTFVUTcycUtRSWpLZw" />
<param name="quality" value="high" />
<param name="SeamlessTabbing" value="false" />
<param name="AllowScriptAccess" value="always" />
<param name="FlashVars" value="_sid=200506&_title=New%20Sheet&_z=75&_pw=yaJYoqYlfk282MTFVUTcycUtRSWpLZw" />
<embed src="http://bubbl.us/sys/view.swf?sid=200506&pw=yaJYoqYlfk282MTFVUTcycUtRSWpLZw" flashvars="_sid=200506&_title=New%20Sheet&_z=75&_pw=yaJYoqYlfk282MTFVUTcycUtRSWpLZw" quality="high" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" type="application/x-shockwave-flash" width="450" height="340" allowscriptaccess="always" seamlesstabbing="false" name="bblviewer"></embed>
</object>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:saracrisf:275382008-11-13T18:11:30A ler...2008-11-13T18:35:37Z2008-11-13T18:35:37Z<p><img style="border-left-color: black; border-bottom-color: black; width: 171px; border-top-color: black; height: 166px; border-right-color: black" height="201" width="204" border="0" alt="" src="http://img.mercadolivre.com.br/jm/img?s=MLB&f=59518329_7253.jpg&v=P" /></p>
<p> </p>
<p> <b>Título: </b>As Pupilas do Senhor Reitor</p>
<p> <b>Colecção: </b>Portuguesa</p>
<p> <b>Autor: </b>Júlio Dinis</p>
<p><b> Editora: </b>Porto Editora</p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:saracrisf:271942008-11-11T21:48:54Resumo "A Filha dos Mundos"2008-11-11T21:51:43Z2008-11-11T21:52:10Z<p><img style="border-left-color: black; border-bottom-color: black; border-top-color: black; border-right-color: black" height="193" alt="" width="151" border="0" src="http://cache01.stormap.sapo.pt/fotostore01/fotos//64/b7/f7/40619_0001r4hh.jpg" /></p>
<p><b><span style="font-size: small"><span style="font-family: Georgia">Título:</span></span></b><span style="font-size: small"><span style="font-family: Georgia"> "A filha dos Mundos"</span></span></p>
<p><b><span style="font-size: small"><span style="font-family: Georgia">Colecção:</span></span></b><span style="font-size: small"><span style="font-family: Georgia"> Jovens Talentos</span></span></p>
<p><b><span style="font-size: small"><span style="font-family: Georgia">Autora:</span></span></b><span style="font-size: small"><span style="font-family: Georgia"> Inês Botelho</span></span></p>
<p><b><span style="font-size: small"><span style="font-family: Georgia">Editora: </span></span></b><span style="font-size: small"><span style="font-family: Georgia">GAILIVRO</span></span></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: 150%; text-align: justify"><span style="font-family: Georgia"><span style="font-size: 12pt; line-height: 150%"> Ailura era filha de pai elfo e de mãe humana, logo era uma fada.</span></span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: 150%; text-align: justify"><span style="font-family: Georgia"><span style="font-size: 12pt; line-height: 150%"> Após ter sofrido um atropelamento, acordou no Mundo do seu pai, o Mundo dos elfos. Aí, Ailura descobriu que era a rainha desse Mundo. Como o seu pai havia morrido, era ela a herdeira do trono.</span></span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: 150%; text-align: justify"><span style="font-family: Georgia"><span style="font-size: 12pt; line-height: 150%"> Foi nesse mesmo Mundo que Ailura obteve as respostas às perguntas que, em criança circulavam na sua cabeça.</span></span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: 150%; text-align: justify"><span style="font-family: Georgia"><span style="font-size: 12pt; line-height: 150%"> De novo de volta ao Mundo de sua mãe, achou por bem decidir-se: O Mundo do pai ou o Mundo da mãe. Acabou por se decidir pelo Mundo do pai, onde era a Rainha do Mundos.</span></span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: 150%; text-align: justify"><span style="font-family: Georgia"><span style="font-size: 12pt; line-height: 150%"> E, foi pelo espelho que a sua mãe tinha, que chegou ao Mundo pretendido.</span></span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: 150%; text-align: justify"><span style="font-family: Georgia"><span style="font-size: 12pt; line-height: 150%"> Ficou surpreendida, mas contente, quando a sua mãe lhe disse: “Eu não tardo muito a juntar-me a ti”.</span></span></div>
<p style="text-align: justify"> </p>
<p style="text-align: justify"> </p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:saracrisf:270632008-11-11T21:11:36Lenda de S.Martinho2008-11-11T21:12:16Z2008-11-11T21:14:18Z<p> </p>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 35.4pt"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%">Ele era um valente soldado romano que regressava de Itália para a sua terra, algures em França, de seu nome Martinho. </span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 35.4pt"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%">Martinho estava agasalhado, com roupas adequadas para a época e com uma capa vermelha, pois estava muito, muito frio e bastante vento. E, ao passar por um caminho que atravessa os Alpes, encontrou um pobre que se encontrava vestido com roupas velhas e rotas e cheio de frio, e que lhe pediu esmola.</span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 35.4pt"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%">Martinho, como não tinha nada mais para lhe dar, pegou na sua espada e deu um golpe na sua capa que a cortou ao meio e deu uma metade ao pobre.</span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 35.4pt"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%">De repente, o mau tempo desaparecera, e aparecera um lindo dia de Verão.</span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%"> Terá sido uma recompensa a Martinho de Deus, por este ter sido generoso para com o velho.</span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 35.4pt"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%">É por isso que todos os anos, nesta altura do ano, mesmo sendo Outono, durante cerca de três dias o tempo fica melhor e mais quente: é o Verão de São Martinho.</span></div>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:saracrisf:268502008-11-08T12:28:43Resumo "A ilha na Rua dos Pássaros"2008-11-08T12:29:55Z2008-11-10T17:51:00Z<p> </p>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: 150%"><span style="font-family: Georgia"><b>Título: </b>“ A ilha na Rua dos Pássaros”</span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: 150%"><span style="font-family: Georgia"><b>Colecção: </b> Escritas do Mundo</span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: 150%"><span style="font-family: Georgia"><b>Autor: </b>Uri Orlev</span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: 150%"><span style="font-family: Georgia"><b>Editora: </b>AMBAR</span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: 150%"><span style="font-family: Georgia"> </span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: 150%" align="center"><span style="font-family: Georgia"><b>Resumo:</b></span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%"><span style="font-family: Georgia">Recomendaram-me este livro, e ainda bem, pois gostei muito de o ler.</span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%"><span style="font-family: Georgia">Em plena II Guerra Mundial, os judeus estavam a ser expulsos das suas habitações. </span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%"><span style="font-family: Georgia">Os nazis evadiram a fábrica onde trabalhava o pai de Alex. Alex era um menino de apenas 12 anos que vivia com o seu pai. O pequeno rapaz conseguiu escapar e, combinara com o seu pai um lugar para posteriormente se encontrarem. Mas, o seu pai não conseguiu escapar.</span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%"><span style="font-family: Georgia">Visto isto, o Alex foi obrigado a viver sozinho. Procurava comida em casas vizinhas e em esconderijos vizinhos que estavam abandonados e construiu um esconderijo num 1º andar de uma casa abandonada. E era daí que obsservada todos os dias a sua amada.</span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%"><span style="font-family: Georgia">Os dias passavam-se, as semanas passavam-se, os meses passavam-se e Alex continuava a fazer a sua vida sozinho.</span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%"><span style="font-family: Georgia">Finalmente, chegou o dia, o dia que há muito esperava, 6 meses depois. Alex ouviu vozes e pressentiu que era o seu pai. E era. Após tanto tempo a viver sozinho e escondido, reencontrou o seu pai.</span></div>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:saracrisf:265182008-11-06T21:20:50Desigualdades Sociais2008-11-06T21:21:48Z2008-11-06T21:34:31Z<p> </p>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%; text-align: justify">A Sociedade em que vivemos é bastante afectada pelos grandes contrastes sociais. Aliás, sempre o foi assim.</div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%; text-align: justify">Mas, ao contrário do que muitos cidadãos possam pensar, não é necessário ir a países africanos para se ver pobreza.</div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%; text-align: justify">Temos mesmo ao “nosso lado” muitos casos de extrema pobreza. No nosso dia-a-dia deparamo-nos com vários mendigos que, pelas ruas pedem esmolas ou até comida. Afinal, não precisamos nós de ir a África para ver destas tristes situações.</div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%; text-align: justify">Mas o que custará a um rico “dar um pouco da sua riqueza”? Uns simples trocos de um rico, podem valer muito a um pobre.</div>